SEGUNDA-FEIRA, 02/03/2026
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Notícias

Aqui tem gente – parte IV

É nesse embelecido espaço de ação que o ente ribeirinho vai em suas espacialidades e temporalidades, apropriando-se das coisas e utensílios do lugar, para cotidianamente preencher o seu ontológico ser.
Aqui tem gente – parte III

Aqui tem gente – parte III

O estetizante mundo ribeirinho é fabuloso e é fascinante, pois nos presenteia um deslumbramento esplendor da natureza colossal.

Aqui tem gente – parte II

Para o geógrafo Eric Dardel, o domínio das águas é inseparável do espaço verde e está do lado da vida. Segundo o mesmo autor, o espaço aquático é um espaço líquido, torrente, riacho ou rio, ele corre e coloca o espaço em movimento.
aqui tem gente – parte i

Aqui tem gente – parte I

Esse nefasto e tenebroso poder continua desafiando e deslegitimando os órgãos de fiscalização e controle ambiental com a sua repulsiva lógica bélica.

A vida no batelão ribeirinho – parte I

O batelão ribeirinho é o principal transportador de produtos do homem seringueiro. Para o escritor e jurista Pedro Ranzi, o batelão é uma embarcação regional que serve para transportar pessoas, animais ou mercadorias, e é construído de madeira, com motor de centro ou na popa (rabeta).

A casa e o ser

Gaston Bachelard nos esclarece que na vida do homem, a vida afasta contingências, e multiplica seus conselhos de continuidade. O autor nos diz que a casa mantém o homem seguro das tempestades do céu e das tempestades da vida.
a hermenêutica ontológica do lugar

A hermenêutica ontológica do lugar

O lugar do mundo amazônico está, portanto, entranhado transcendentalmente no ser do ente. Pertencimento e sentimento preenchem esse ser, enriquecem a alma, e celebram de forma imaginal estetizante o impoluto sustentáculo espiritual da vida.
os saberes originários e a descolonização do ser

Os saberes originários e a descolonização do ser

Esse modelo conservador de amarras coloniais é um estigma ardiloso que infelizmente faz perpetuar o engessado sistema mental europeizado, e que avessamente impede a descolonização necessária do ser.

As flores da guerra

Os herdeiros do poder bélico e vítimas inocentes de um absolutismo contemporâneo execrado, são briosamente adotados pela arte generosa e inclusiva do ontológico ato de educar.

Apenas uma casa

Na barbárie das páginas deploráveis dos regimes neofascistas, no imbróglio xenófobo da miséria diplomática internacional…

As sombras da exclusão

Enquanto o poder hegemônico descansa na improbidade, os seus incautos gargalos adotam a incúria, e nesse insidioso impropério, os espíritos bélicos vão deixando rastros de sangue e ceifando a vida das almas benevolentes.

Os remédios da mata

Podemos observar na essência da oralidade do saber indígena a nítida preocupação de preservar sua cultura e seu relacionamento imaculado com a natureza.

Assombrações dos seringais amazônicos

O autor nos diz ainda que esses marcadores podem também ser inseridos no sentido sensorial ou naquilo que muitos consideram como sexto sentido. 

Os marcadores linguísticos dos seringais amazônicos

Podemos observar que as unidades lexicais que preenchem o vocabulário linguístico dos seringais não são fenômenos isolados e separados do universo extralinguístico, visto que a língua é um fator social inseparável da vida e da cultura de uma comunidade falante.

O malogro das águas e o advento das dunas brasivianas – por Marquelino Santana

O fenômeno cíclico entrou em conturbação, o lençol freático entrou em derrocada, enquanto o horripilante processo de desertificação avança desenfreado, provocando a lateralização e extinção das florestas tropicais, e asfixiando a virtuosidade e volúpia das águas estetizantes da vida.
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