Entre o silêncio da mata, a poesia do rio e a força da ancestralidade, o lar ribeirinho resiste como abrigo sagrado de paz, memória, pertencimento e profunda conexão com a natureza amazônica.
Entre perdas, desalojamento e dor coletiva, a força feminina ribeirinha resiste ao colapso causado pela desigualdade e pela violência do poder econômico, transformando luto em memória e dignidade.
Em meio à pressão da religiosidade ocidental e à perda de seus valores originários, os povos indígenas seguem resistindo para preservar suas crenças, memórias, espiritualidade ancestral e identidade cultural na Amazônia.
Em meio às dores invisíveis, à desigualdade e ao abandono social, o povo ribeirinho segue firme, resistindo com dignidade, fé e esperança, transformando sofrimento em força e coragem para continuar existindo.
Uma reflexão crítica sobre a supressão do direito de defesa, o enfraquecimento da transparência pública e os riscos das práticas abusivas para o Estado Democrático de Direito.
Entre rios, tapirís e batelões, um retrato poético da vida ribeirinha na Amazônia Sul-Ocidental, onde tradição, trabalho e esperança se entrelaçam às margens do rio Abunã, na véspera de Natal.
Arte geométrica minimalista inspirada em bússola e símbolos de direção, representando equilíbrio, propósito e o caminho pessoal de quem carrega a tatuagem como expressão de identidade.
Um retrato poético e crítico da relação entre o homem e a terra, marcado pela luta pela sobrevivência, injustiças sociais, conflitos fundiários e o sentimento profundo de pertencimento ao território.
Reflexão poética sobre a resistência do sensível diante da violência simbólica do mundo, à luz da obra de Paes Loureiro e da filosofia de Gaston Bachelard.
Um mergulho poético na rotina sagrada de Arawá Apurinã, revelando tradições, ritos, sabores e a força espiritual de um povo que preserva sua ancestralidade às margens do rio Purús.
Um retrato contundente da violência xenofóbica que sustenta relações de poder desiguais e destrói, com crueldade, a dignidade de povos marginalizados pelo domínio hegemônico global.
Um tributo à força, fé e resistência da mulher beiradeira, cuja vida se entrelaça com as águas amazônicas e revela a grandeza de sua identidade, coragem e pertencimento.
A pesquisa participante, fundamentada em autores como Carlos Brandão, Pedro Demo e Eric Dardel, evidencia a vivência compartilhada entre pesquisador e comunidade, valorizando o saber cotidiano e a relação profunda com a terra.
O Buião, a péla e a vida no seringal revelam a relação sagrada entre o seringueiro, a floresta e o imaginário ribeirinho, onde trabalho, mito e natureza se entrelaçam em identidade e tradição.
Reflexões de Isabel Henriques e Gaston Bachelard mostram como a casa, nos seringais amazônicos e no imaginário humano, representa abrigo, identidade e construção simbólica do território.
A casa nos seringais amazônicos é mais que abrigo, é território, identidade e resistência, unindo saberes tradicionais, trajetórias de vida e a profunda relação entre o homem, a floresta e suas rotinas de sobrevivência.
A seringueira, símbolo vivo da Pan Amazônia, marcou a história pela extração do látex e pelo sustento de milhares de famílias, transformando-se em um dos pilares culturais, econômicos e territoriais da região.
Entre metáforas de fogo, ferro e sangue, o texto reflete a dualidade entre o bem e o mal, a corrupção humana e a resistência da vida simbolizada pela faveleira, última guardiã da esperança em meio à destruição.
Entre metáforas intensas e simbologias da natureza, o texto revela a eterna disputa entre o bem e o mal, mostrando o homem como explorador e vítima de sua própria arrogância diante da terra e da vida.
Pierre Lévy, filósofo francês e pioneiro da cibercultura, analisa os impactos da hiperdigitalização e da economia da informação, destacando o papel coletivo da internet na construção da memória e da inteligência humana.