UTIs em Rondônia podem parar após atraso de repasses

Empresas que prestam serviços hospitalares relatam falta de pagamentos desde agosto; projeto para suplementar recursos ainda não foi votado na Assembleia Legislativa.

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UTIs em Rondônia podem parar após atraso de repasses

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  • Empresas que prestam serviços hospitalares em Rondônia, incluindo UTIs e unidades neonatais, estariam sem receber repasses do Governo do Estado desde agosto de 2026, com risco de paralisações e atraso de salários de funcionários.
  • O Governo de Rondônia encaminhou à Assembleia Legislativa (ALE-RO) projeto de lei para suplementação orçamentária a fim de quitar os valores em atraso, mas a proposta ainda não havia sido votada por falta de quórum e pedidos de vista até 22 de outubro de 2026.
  • A reportagem aponta pressão sobre a ALE-RO, com o presidente Alex Redano (Republicanos) tentando reunir quórum, enquanto não há manifestação oficial do Governo do Estado nem detalhamento de valores, unidades em risco ou prazos para regularização.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Empresas responsáveis por serviços hospitalares em Rondônia, incluindo Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e atendimentos especializados, estariam sem receber repasses do Governo do Estado desde agosto. Segundo reportagem publicada pelo portal PVH24Horas em 22 de outubro de 2026, os atrasos ameaçam a continuidade dos serviços e podem levar a paralisações.

De acordo com a publicação, a falta de recursos também afeta os funcionários das empresas prestadoras, que estariam com salários atrasados. Os empresários enfrentariam dificuldades para manter operações que exigem equipes especializadas, equipamentos e estrutura permanente para atender pacientes.

Até o momento, o material fornecido não apresenta manifestação oficial do Governo de Rondônia nem das empresas sobre os valores pendentes ou uma data prevista para a regularização dos pagamentos.

Projeto de suplementação aguarda votação

Conforme a reportagem original, o Governo de Rondônia encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado (ALE-RO) um projeto de lei para autorizar a suplementação orçamentária destinada a quitar os valores em atraso.

A proposta, porém, ainda não havia sido votada até a publicação da notícia. O portal atribui a demora a dificuldades para alcançar o quórum necessário nas sessões legislativas e a pedidos de vista que teriam impedido o avanço de matérias em tramitação.

Na manhã de quinta-feira (22), a sessão plenária prevista na Assembleia Legislativa contou com a presença de apenas sete deputados, segundo o relato publicado. A ausência de parlamentares teria inviabilizado a votação dos projetos previstos na pauta.

Atrasos podem afetar atendimento hospitalar

A reportagem alerta que a continuidade dos serviços pode ficar comprometida caso as empresas não consigam sustentar as operações sem receber os recursos. Entre os setores citados estão UTIs, unidades neonatais e outros serviços hospitalares que exigem funcionamento contínuo.

Uma eventual paralisação poderia afetar diretamente pacientes que dependem desses atendimentos. No entanto, o material não informa quais unidades estariam sob risco imediato, quantos leitos poderiam ser atingidos nem se alguma empresa já comunicou formalmente a suspensão dos serviços.

Por isso, a possibilidade de interrupção deve ser diferenciada de uma paralisação efetivamente confirmada.

Assembleia é pressionada por solução

Ainda segundo a publicação, o presidente da ALE-RO, Alex Redano (Republicanos), estaria buscando reunir quórum para permitir a deliberação das matérias pendentes antes que a situação se agrave.

O texto original também afirma que o Governo do Estado não estaria se posicionando diante dos empresários. Essa informação não veio acompanhada de resposta oficial do Executivo no material disponibilizado.

A votação do projeto de suplementação é apontada pela reportagem como uma etapa necessária para viabilizar os pagamentos. Não foram informados, contudo, o valor total da suplementação, o montante da dívida com cada prestador ou uma previsão para a análise da proposta.

Com informações de eirondonia.

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