Museu Nacional recebe mais R$ 10 milhões para reconstrução e volta a receber visitantes

Ministério da Educação reforça investimentos na restauração do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, que já recebe público em exposições gratuitas enquanto as obras de recuperação continuam.

Fonte: News Rondonia

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Museu Nacional recebe mais R$ 10 milhões para reconstrução e volta a receber visitantes
Foto - Reprodução/ Agência Brasil/ Tânia Rego

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  • O Ministério da Educação anunciou novo aporte de R$ 10 milhões ao Museu Nacional, somando-se aos cerca de R$ 68 milhões destinados entre 2023 e 2026 para a reconstrução do prédio histórico atingido por incêndio em setembro de 2018.
  • As obras já recuperaram fachadas, coberturas e ambientes históricos do Paço de São Cristóvão, revelaram vestígios de uma antiga capela da família real portuguesa e integram o projeto Museu Nacional Vive, que também conta com R$ 100 milhões do BNDES.
  • Desde junho deste ano, o museu voltou a receber visitantes com as exposições temporárias e gratuitas “Bastidores da Ciência” e “Rescaldo das Memórias”, que apresentam o trabalho científico e a reconstrução após o incêndio.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, receberá mais R$ 10 milhões para dar continuidade às obras de reconstrução do prédio histórico atingido por um incêndio em setembro de 2018. O anúncio foi feito pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quinta-feira (15), ampliando os recursos destinados à recuperação de um dos mais importantes patrimônios científicos e culturais do Brasil.

O novo aporte se soma aos cerca de R$ 68 milhões destinados pelo MEC à instituição entre 2023 e 2026. Até o momento, as intervenções já possibilitaram a recuperação de fachadas, coberturas e ambientes históricos do antigo Paço de São Cristóvão, localizado na Quinta da Boa Vista.

Mesmo com as obras ainda em andamento, parte do edifício voltou a receber visitantes neste ano, com exposições temporárias e gratuitas.

Sumário

  • Novos recursos reforçam a reconstrução
  • Museu Nacional avança na restauração
  • Exposições marcam retorno do público
  • Projeto reúne investimentos públicos e privados

Em setembro de 2018, um incêndio de grandes proporções destruiu grande parte do edifício histórico e atingiu milhões de itens do acervo científico e histórico do Museu Nacional.

Desde então, pesquisadores, restauradores, universidades, instituições públicas e parceiros privados atuam na reconstrução do espaço e na recuperação dos materiais que puderam ser resgatados.

Durante visita ao museu, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou o compromisso com a recuperação integral do patrimônio.

“Não mediremos esforços para garantir que esse patrimônio nacional possa ser totalmente reconstruído”, afirmou.

As obras também revelaram novos elementos sobre a história do prédio. Entre os achados estão vestígios das fundações de uma antiga capela utilizada pela família real portuguesa. A expectativa é que essas descobertas sejam incorporadas à experiência dos visitantes no futuro.

Um dos principais avanços na reabertura do Museu Nacional ocorreu em junho deste ano, quando o Paço de São Cristóvão voltou a receber o público com duas exposições temporárias.

As mostras “Bastidores da Ciência” e “Rescaldo das Memórias” ocupam seis salas do edifício histórico e apresentam diferentes aspectos da instituição, incluindo o trabalho científico e o processo de reconstrução após o incêndio.

A exposição “Bastidores da Ciência” mostra técnicas, pesquisas e procedimentos utilizados na produção do conhecimento científico.

Já “Rescaldo das Memórias”, do artista Vik Muniz, reúne obras produzidas com cinzas e fragmentos recuperados após o incêndio, transformando vestígios da tragédia em novas expressões artísticas.

As exposições são gratuitas e já atraíram milhares de visitantes neste ano, aproximando novamente a população de uma instituição que permaneceu fechada por anos.

A reconstrução do Museu Nacional é conduzida por meio do projeto Museu Nacional Vive, que reúne recursos públicos e privados para viabilizar a recuperação da instituição.

Além dos investimentos do Ministério da Educação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assumiu o compromisso de destinar R$ 100 milhões ao projeto.

O plano contempla a restauração do Paço de São Cristóvão e de edifícios anexos, a reforma da Biblioteca Central, a ampliação dos espaços expositivos e iniciativas voltadas à sustentabilidade financeira da instituição.

A proposta é devolver ao público um museu restaurado e com melhores condições para desenvolver atividades de pesquisa, educação, exposições e divulgação científica.

Com novos investimentos e a retomada gradual das visitas, o Museu Nacional avança na recuperação de seu patrimônio histórico e científico, buscando reconstruir não apenas o edifício, mas também sua conexão com a sociedade brasileira.

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