Doação beneficia bebês acolhidos na Casa Criar, em Porto Velho

Madrinha do programa Apadrinhando uma História entregou artigos para crianças de 0 a 2 anos e também destinou itens de brincar ao Espaço Acolher.

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Doação beneficia bebês acolhidos na Casa Criar, em Porto Velho
Fotos: Semias

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  • Elizângela Gonçalves, madrinha do programa Apadrinhando uma História, doou artigos infantis para bebês acolhidos na Casa Criar e itens de brincar para o Espaço Acolher, em Porto Velho.
  • O programa Apadrinhando uma História oferece três modalidades de participação (provedora, prestadora de serviços e afetiva) para apoiar crianças e adolescentes em serviços de acolhimento, sem se confundir com adoção.
  • Prefeito Léo Moraes, o secretário Paulo Afonso, a secretária adjunta Tércia Marília e a diretora Poliana Miranda destacaram a importância da solidariedade e convidaram a população a participar do programa por meio da Semias.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A doação de artigos infantis realizada por Elizângela Gonçalves, madrinha do programa Apadrinhando uma História, beneficiou bebês acolhidos na Casa Criar, antigo Lar do Bebê, em Porto Velho. A entrega incluiu produtos destinados a crianças de 0 a 2 anos, entre eles itens voltados às necessidades de crianças neurodivergentes.

A iniciativa reforça a importância da participação da comunidade no cuidado com crianças em situação de vulnerabilidade e integra as ações de proteção social da Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias).

Além dos artigos destinados à Casa Criar, Elizângela também doou itens de brincar ao Espaço Acolher, ampliando a contribuição para crianças atendidas pelos serviços municipais.

Programa aproxima a comunidade das crianças acolhidas

O Apadrinhando uma História busca ampliar as oportunidades de convivência, apoio e construção de vínculos para crianças e adolescentes que vivem em serviços de acolhimento institucional ou familiar.

A iniciativa prevê três modalidades de participação: padrinho ou madrinha provedora, que oferece apoio material ou financeiro; prestadora de serviços, que disponibiliza conhecimentos profissionais; e afetiva, voltada à construção de vínculos por meio de convivência autorizada e acompanhada pela equipe responsável.

O apadrinhamento não equivale à adoção. A proposta é proporcionar suporte e oportunidades de desenvolvimento social, emocional e educacional, respeitando as necessidades e a situação de cada criança ou adolescente.

Conforme os critérios divulgados pelo programa, podem se candidatar pessoas com mais de 21 anos e diferença mínima de 16 anos em relação à criança ou ao adolescente apadrinhado. A participação depende de avaliação e dos procedimentos definidos pela equipe técnica.

Prefeitura destaca importância da solidariedade

O prefeito Léo Moraes ressaltou que a participação da população contribui para fortalecer a rede de proteção à infância e ampliar o apoio às crianças acolhidas.

O secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, também destacou a importância do envolvimento da sociedade e convidou a população a conhecer as possibilidades de participação no programa.

Já a secretária adjunta da Semias, Tércia Marília, observou que a contribuição alcançou dois espaços de atendimento. Os itens destinados ao Espaço Acolher, segundo ela, podem favorecer a interação e o desenvolvimento das crianças atendidas.

A diretora de Proteção Social Especial (DPSE), Poliana Miranda, destacou que a doação de artigos para bebês, incluindo produtos destinados a crianças neurodivergentes, representa uma forma de aproximar pessoas dispostas a ajudar das necessidades identificadas nos serviços de acolhimento.

Como participar do Apadrinhando uma História

Pessoas interessadas em contribuir podem buscar informações junto à Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), responsável pelas ações de proteção social do município.

A participação pode ocorrer por meio de doações, prestação de serviços ou apadrinhamento afetivo, conforme as modalidades disponíveis, os critérios estabelecidos e o acompanhamento da equipe responsável.

A iniciativa busca fortalecer o cuidado com crianças e adolescentes acolhidos e ampliar a participação comunitária na construção de oportunidades para o desenvolvimento durante a infância e a adolescência.

Com informações de Adaides Batista

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