A fenomenologia poético – ontológica dos arquétipos ancestrais IV

No falseamento burlesco em desfavor da legitimidade florestal, a Amazônia continua sendo vitimada por efeitos repugnantes que hostiliza o enraizamento e o pertencimento do lugar.

Fonte: News Rondonia

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A fenomenologia poético  – ontológica dos arquétipos ancestrais IV

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De forma horrenda e ignóbil, o cenário cadavérico da mata, demonstra o poder da força do capital que elimina cotidianamente os valores dessa exuberância cósmica milenar.

O desregramento grotesco do poder público contribui como sustentáculo da ganância ambiciosa da insensatez humana. Determinada morosidade afeta nocivamente as coletividades étnico-raciais marginalizadas à construírem e reconstruírem seus fenomenológicos modos de vida em estágio de uma hecatombe ludibriante e excludente.

Diante dessa engrenagem social ignóbil e hostil, que de forma larápia, usurpa um mundo ancestro – cosmogônico milenar, as covas desprovidas de cruz, reacende debates e reflexões do poder público no sentido de pelo menos atenuar a extinção inescrupulosa da florestania amazônica

O sangue derramado no espaço vivido continua prevalecendo o poder do capital e ao mesmo tempo eliminando a resistência das coletividades originárias e tradicionais que em súplica, são criminosamente desterradas do pertencimento de lugar.

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