A fenomenologia poético – ontológica dos arquétipos ancestrais III

O malévolo conciliábulo do latifúndio dominante em expansão, contribui para o aniquilamento deplorável da belicosidade exacerbada da cova sem cruz.

Fonte: Marquelino Santnana

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A fenomenologia poético – ontológica dos arquétipos ancestrais  III

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Na imensurável e esplendorosa Amazônia, esse brioso lugar da natureza inefável continua resistindo, obstinado, ao conluio degradante da conspiração humana doentia, que desterritorializa o homem e rompe criminosamente as suas relações com a natureza em agonia.

Diante da devassidão e de ações desregradas, sem planejamento estratégico, é urgente e necessário que as frotas das operações cotidianas sejam descaracterizadas das logomarcas oficiais, no sentido de combater o ilícito com mais rigor e eficiência, visto que os olheiros do crime organizado estão espalhados em cada pedaço de chão.

Sob o olhar da visão holística de mundo, a comunicação da ilicitude se fortalece a cada dia; e, antes de a presença operacional aparecer, já não é mais surpresa para aqueles que continuam execrando a natureza e acendendo o pavio da morte anunciada dos lugares coletivos inofensivos, que secularmente estão sendo exterminados pela insensatez humana.

Diante da aversão extirpada ao outro, a criminalidade não cessa, enquanto as singularidades e pluralidades milenares vão se despedindo da fenomenologia poético-ontológica dos arquétipos ancestrais.

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