Hildon quer reforçar saúde materno-infantil em Rondônia, que tem a 2ª pior mortalidade infantil do país

Diagnóstico do TCE aponta 1.250 gestantes sem pré-natal em 2025 e maioria dos leitos de UTI neonatal do SUS concentrados em Porto Velho.

Fonte: Francisco Rodrigo

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Hildon quer reforçar saúde materno-infantil em Rondônia, que tem a 2ª pior mortalidade infantil do país

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  • Rondônia registrou em 2024 taxa de 17,1 mortes de crianças menores de um ano por mil nascidos vivos, a segunda pior do Brasil, segundo diagnóstico do TCE-RO com dados do IBGE.
  • Em 2025, 1.250 gestantes não fizeram nenhuma consulta de pré-natal e 2.880 iniciaram o acompanhamento apenas após a 12ª semana, enquanto a mortalidade neonatal chegou a 8,54 por mil nascidos vivos, quase o dobro da meta da ONU.
  • O Plano de Governo 2027-2030 de Hildon Chaves prevê reforço do pré-natal, priorização de gestações de alto risco, integração dos níveis de atenção e descentralização de exames, citando resultados em Porto Velho como queda de 91% nos casos de sífilis congênita e aumento do aleitamento materno exclusivo.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Rondônia registrou 17,1 mortes de crianças menores de um ano para cada mil nascidos vivos em 2024, a segunda pior taxa do Brasil. O diagnóstico é do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO) com base em dados do IBGE.

Para o candidato ao Governo de Rondônia Hildon Chaves (Federação União Progressista), o número expõe falhas que começam antes do parto: “Nenhuma mãe deveria passar pela dor de perder um filho por falta de atendimento. A gestante precisa ser acompanhada desde o começo da gravidez, e o bebê precisa ter atendimento perto de onde a família vive.”

Pré-natal falho

Em 2025, 1.250 gestantes não fizeram nenhuma consulta de pré-natal em Rondônia, e outras 2.880 só iniciaram o acompanhamento depois da 12ª semana de gestação. Segundo o TCE, esses atrasos comprometem a identificação precoce de gestações de risco.

UTI concentrada

A mortalidade neonatal, que registra os óbitos ocorridos nos primeiros 28 dias de vida, chegou a 8,54 por mil nascidos vivos em 2025, quase o dobro da meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU para 2030, de no máximo 5 óbitos por mil.

O quadro se agrava porque dos 35 leitos de UTI neonatal do SUS no estado, apenas quatro estão em Vilhena e 31 estão concentrados em Porto Velho, o que obriga famílias do interior a percorrer centenas de quilômetros em busca de atendimento de alta complexidade.

O que Hildon propõe

O Plano de Governo 2027-2030 propõe reforçar o pré-natal, priorizar o atendimento às gestações de alto risco, integrar atenção básica, média e alta complexidade, e descentralizar exames especializados para reduzir o deslocamento de famílias do interior.

Os resultados da gestão de Hildon em Porto Velho mostram avanços na saúde materno-infantil: os casos de sífilis congênita caíram 91%, de 82 para 7 entre 2017 e 2024; o aleitamento materno exclusivo subiu de 27,8% para 66,9%; e o Centro Integrado Materno Infantil (CIMI) realizou 11.845 consultas em 2024.

“No meu governo, a gestante rondoniense vai ver pré-natal marcado desde a primeira semana, exame feito no seu próprio município e UTI neonatal por perto quando o filho precisar, porque cada real que vier para a saúde da nossa gente vai virar vida salva, não estatística”, enfatiza Hildon Chaves.

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