Justiça de Jaru mantém prisão de acusados por homicídio de facção

Decisão da 1ª Vara Criminal negou pedido de revogação de preventiva para envolvidos em execução ocorrida no Setor 7; magistrado citou risco à ordem pública.

Fonte: jaru online - 20

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Justiça de Jaru mantém prisão de acusados por homicídio de facção

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  • A Justiça de Jaru decidiu em 30 de março manter a prisão preventiva de acusados de homicídio qualificado ocorrido em julho de 2025.
  • O juiz da 1ª Vara Criminal apontou gravidade do crime, possível ligação com organização criminosa e risco de reiteração delitiva.
  • A decisão alcança todos os envolvidos, nega excesso de prazo, aciona a Defensoria para uma ré e aguarda recambiamento de acusado.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A Justiça de Jaru decidiu, na segunda-feira, 30 de março, manter a prisão preventiva de acusados de um homicídio qualificado ocorrido em julho de 2025. O crime, registrado no Setor 7 da cidade, é investigado como uma execução planejada e com ligações diretas a uma organização criminosa que atua no município. A defesa de um dos detidos pleiteou a liberdade alegando excesso de prazo, mas o pedido foi indeferido pelo juízo local.

Na decisão, o magistrado da 1ª Vara Criminal destacou que a manutenção da custódia é necessária para garantir a ordem pública, dada a gravidade concreta do delito. A vítima foi morta a tiros em via pública, em uma ação que dificultou qualquer possibilidade de defesa. Para o juiz, os indícios de que os réus integram uma estrutura criminosa organizada reforçam o risco de reiteração delitiva caso sejam colocados em liberdade neste momento.

Sobre a alegação de demora no processo, o tribunal esclareceu que não houve lentidão injustificada por parte do Poder Judiciário. O despacho apontou que o andamento processual foi impactado por questões inerentes à atuação das próprias defesas. Além disso, a Justiça reforçou que a revisão periódica da prisão, prevista em lei, não gera soltura automática, exigindo sempre uma análise detalhada da necessidade da medida restritiva.

A decisão também atingiu os demais envolvidos, mantendo o grupo em regime fechado devido aos indícios de atuação conjunta no assassinato. O magistrado determinou que a Defensoria Pública assuma a defesa de uma das rés após a ausência de manifestação de seu advogado. O processo segue em tramitação regular, aguardando também informações sobre o recambiamento de um dos acusados para uma unidade prisional em Rondônia.

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