Conheça a vespa-mandarina, a maior vespa do mundo

Inseto asiático ficou conhecido como “vespa assassina” por atacar colmeias inteiras de abelhas

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Conheça a vespa-mandarina, a maior vespa do mundo

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  • A vespa-mandarina é a maior vespa social conhecida, nativa da Ásia, com até 5 centímetros e comportamento predatório que pode destruir colmeias inteiras de abelhas.
  • Apesar do apelido de “vespa assassina” e do risco para a apicultura e polinização, ela não é considerada ameaça direta a seres humanos e não há registros oficiais de sua presença no Brasil.
  • Especialistas avaliam como baixo o risco de estabelecimento da espécie no Brasil devido ao clima tropical, e orientam que, em caso de inseto suspeito, a população apenas fotografe à distância e acione órgãos competentes.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A vespa-mandarina (§) é a maior vespa social conhecida no mundo. Ela pode medir até cerca de 5 centímetros, tem cabeça alaranjada, mandíbulas grandes e um ferrão capaz de causar dor intensa.

A espécie é nativa da Ásia e ocorre em países como Japão, China, Coreias, Rússia, Índia, Nepal, Tailândia e Malásia. Apesar do nome popular de “vespa assassina”, ela não é considerada uma ameaça direta para seres humanos, mas pode destruir colmeias inteiras de abelhas.

Por que é chamada de “vespa assassina”

O apelido surgiu por causa do comportamento predatório do inseto. Grupos de vespas-mandarinas atacam colmeias, matam as abelhas defensoras e levam larvas e pupas para alimentar seus próprios ninhos.

Uma colônia de abelhas pode ser destruída em pouco tempo após um ataque. Por isso, a espécie é vista como uma ameaça à apicultura e à polinização em regiões onde ela se estabelece.

Como identificar a vespa

A vespa-mandarina tem características bem distintas:

  • Tamanho grande: pode alcançar cerca de 5 centímetros.

  • Cabeça alaranjada: uma das marcas mais visíveis da espécie.

  • Corpo escuro: abdômen com faixas pretas e alaranjadas.

  • Mandíbulas fortes: usadas para capturar presas e defender o ninho.

  • Ninhos no solo: geralmente construídos em buracos, troncos ocos ou áreas protegidas.

Ela existe no Brasil?

Não. Não há registros oficiais ou científicos da vespa-mandarina no Brasil. O Ibama informou que nunca emitiu licença de importação da espécie e que a entrada de invertebrados no país é proibida desde 1998.

Boatos que circularam nas redes sociais associavam imagens de insetos brasileiros à “vespa assassina”. Na maioria dos casos, tratava-se da abelha-carpinteira (Xylocopa), uma abelha solitária comum no país e que não forma colônias.

Qual é o risco para o Brasil?

Especialistas avaliam que o risco de estabelecimento da vespa-mandarina no Brasil é baixo, principalmente por causa do clima tropical predominante no país. A espécie está mais adaptada a regiões temperadas e subtropicais da Ásia.

Ainda assim, a introdução de espécies exóticas pode gerar impactos ambientais e econômicos. No caso da vespa-mandarina, a maior preocupação seria o ataque a colmeias, com prejuízos para apicultores e para a polinização agrícola.

O que fazer se encontrar um inseto suspeito

A orientação é não tocar, não capturar e não tentar destruir o inseto. O recomendado é fotografar à distância e acionar a vigilância agropecuária, o Ibama ou uma universidade com laboratório de entomologia.

Até agora, porém, não há evidência de que a vespa-mandarina tenha chegado ao Brasil. A espécie existe e é perigosa para abelhas, mas não há casos confirmados no país.

 

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