Coluna do Carlos Caldeira – “Turismo Oficial Em Cacoal”

Em Cacoal, o turismo oficial segue em ritmo acelerado, e bancado integralmente pelo contribuinte.

Fonte: Carlos Caldeira

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Em apenas 85 dias de 2026, a Câmara já conseguiu um feito impressionante: mais de R$ 558 mil em diárias, somados a R$ 162.940,26 em passagens aéreas.

Resultado?
Um sistema de deslocamentos que já ultrapassa R$ 721 mil reais em menos de três meses.

Enquanto isso, a justificativa é sempre a mesma: “agenda institucional”, “compromissos em Brasília”, “articulação política”.

Mas na prática, o que se vê é um vai e vem constante, e uma conta que só cresce.

E no topo dessa planilha aérea está ele novamente: Edimar Kapiche com R$R$ 38.396,05 o campeão de viagens e diárias, seguido de perto por colegas que também não economizam quando o assunto é avião e hospedagem paga pelo erário.

 Gimenez Fritz – R$ 25.949,76

 Josisvan Coelho – R$ 25.526,39

 Alaezio Lemes – R$ 24.383,55

Carlos Antônio – R$ 22.034,30

Paulinho do Cinema – R$ 19.685,02

Claudenice Dourados – R$ 17.609,77

Amarilson Carvalho – R$ 17.081,22

Amália Milani – R$ 13.039,00

Cleber Diniz – R$ 12.106,11

Marilande Alves – R$ 8.254,27

Farlen Machado – R$ 6.688,09

O detalhe mais incômodo é a comparação: os gastos dobraram em relação ao mesmo período do ano passado.

E quando o aumento é de 100%, dificilmente dá para chamar de exceção. parece mais rotina!

No fim, sobra a pergunta que ninguém quer responder:
o contribuinte está financiando trabalho legislativo ou um sistema permanente de viagens oficiais?

Pensamento do dia:
“Em Cacoal, o céu não é o limite… é apenas a escala obrigatória no roteiro das diárias.”

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