Feira da Mulher do Norte impulsiona o empreendedorismo feminino e transforma histórias em Porto Velho

Evento promovido no município reúne expositoras locais para apresentar produtos artesanais, gerar renda e fortalecer a economia familiar rondoniense

Fonte: Helen Paiva|SMC|PMPV - 010

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Feira da Mulher do Norte impulsiona o empreendedorismo feminino e transforma histórias em Porto Velho
Fotos: Hellon Luiz

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No último domingo, 21 de junho de 2026, a Feira da Mulher do Norte reuniu diversas expositoras na Rua do Hexa, em Porto Velho. O evento se consolidou como um espaço voltado à divulgação de talentos regionais, permitindo que mulheres compartilhassem suas trajetórias de superação e conquistas financeiras com o público visitante.

A iniciativa de incentivo econômico ofereceu estrutura com tendas organizadas pela Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semtel). A Feira da Mulher do Norte funcionou como uma vitrine para negócios independentes que surgiram a partir de desafios pessoais e da necessidade de sustento familiar.

O prefeito Léo Moraes esteve presente na programação e ressaltou o impacto social do projeto na capital. O chefe do Executivo municipal destacou que a Feira da Mulher do Norte desempenha um papel fundamental para dar visibilidade ao trabalho feminino e gerar novas oportunidades de renda.

Tatiane Lemes iniciou sua trajetória no empreendedorismo há sete anos, após descobrir que a filha era uma criança atípica

Entre as participantes do evento estava a empreendedora Tatiane Lemes, que atua no segmento de alimentação com a venda de açaí no copo. Ela iniciou a trajetória autônoma há sete anos, após deixar o mercado de trabalho formal para acompanhar de perto a rotina de cuidados da filha, que é uma criança atípica.

Sem um ponto comercial físico, Tatiane Lemes utiliza a Feira para expandir o alcance da sua marca na cidade. A expositora contou com o apoio de seus familiares durante o domingo de vendas e elogiou a abertura do espaço público para autônomas que trabalham em ambiente doméstico.

Outro relato compartilhado foi o da artesã Kátia Vieira, que confecciona peças em crochê e produz conteúdo digital sobre a atividade. Ela relatou que o artesanato funcionou como suporte terapêutico em momentos de dificuldade pessoal e que o evento viabilizou a troca de experiências com outras profissionais da região.

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