Porto Velho capacita equipes para combater a tuberculose

Treinamento da Semusa reuniu profissionais do Consultório na Rua e do Centro POP para ampliar a identificação precoce da doença e incentivar a continuidade do tratamento.

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Porto Velho capacita equipes para combater a tuberculose
Fotos: Arquivo Semusa

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  • A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semusa, capacitou profissionais do Consultório na Rua e do Centro POP para aprimorar a identificação e o acompanhamento de pessoas com tuberculose em situação de vulnerabilidade social.
  • A iniciativa integra saúde e assistência social, utilizando dados epidemiológicos para orientar ações e reduzir barreiras de acesso aos serviços públicos, segundo a secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso.
  • A capacitação enfatizou a importância do vínculo de confiança e da continuidade do tratamento, destacando como desafio a interrupção antes da conclusão, conforme a gerente da Divisão de Vigilância Epidemiológica, Ivonete Ferreira.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A Prefeitura de Porto Velho capacitou profissionais do Consultório na Rua e do Centro POP para aprimorar a identificação e o acompanhamento de pessoas com tuberculose, com atenção especial à população em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa foi realizada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica (DVE) e da coordenação do Programa Municipal de Controle da Tuberculose, em parceria com a Associação Beradeiro.

O treinamento abordou formas de reconhecer precocemente sintomas respiratórios, buscar ativamente pessoas com suspeita da doença e fortalecer a relação de confiança entre profissionais e pacientes. O objetivo é facilitar o acesso ao atendimento e contribuir para que o tratamento seja mantido até o fim.

Integração entre saúde e assistência social

A capacitação busca fortalecer o trabalho conjunto entre os serviços que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. O Consultório na Rua leva atendimento de saúde diretamente à população que vive nas ruas, enquanto o Centro POP oferece acolhimento e apoio no acesso a direitos e serviços socioassistenciais.

Para o prefeito Léo Moraes, a integração entre as duas áreas é essencial para aproximar o atendimento de quem enfrenta dificuldades para acessar as unidades de saúde.

“Para que o atendimento chegue de verdade à ponta, contamos com a atuação integrada do Consultório na Rua, que leva a saúde diretamente onde a pessoa está, e com o suporte do Centro POP, que acolhe e garante direitos fundamentais na assistência social. É unindo forças que cuidamos da população”, afirmou.

A atuação conjunta também pode facilitar a identificação de casos suspeitos e o acompanhamento dos pacientes ao longo do tratamento, reduzindo barreiras de acesso aos serviços públicos.

Dados ajudam a orientar as ações de saúde

A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, destacou que as informações epidemiológicas são importantes para orientar o planejamento e melhorar a oferta dos serviços.

“Trabalhar com dados nos dá a clareza necessária para melhorar a saúde pública de Porto Velho. Conhecer esses indicadores nos permite orientar a população e estruturar os serviços para que o atendimento chegue com qualidade e sem demoras a todos”, declarou.

O acompanhamento dos indicadores permite às equipes conhecer melhor as necessidades de atendimento e organizar ações de prevenção e controle da tuberculose no município.

Continuidade do tratamento é um dos desafios

Segundo a gerente da Divisão de Vigilância Epidemiológica, Ivonete Ferreira, a interrupção do tratamento antes da conclusão é um dos principais desafios no enfrentamento da doença.

Por isso, a capacitação reforçou a importância do acolhimento e da construção de vínculos de confiança entre os profissionais e as pessoas atendidas. A proposta é ampliar as condições para que os pacientes recebam acompanhamento durante todo o tratamento.

As estratégias discutidas buscam fortalecer a identificação de casos suspeitos e a continuidade do cuidado, especialmente entre pessoas atendidas pelo Consultório na Rua e pelo Centro POP.

Com informações de Taiana Mendonça

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