Segurança hídrica é mapeada em comunidades do Baixo Madeira

Ação da Semusa avalia riscos no abastecimento de água e orienta medidas preventivas para comunidades ribeirinhas durante o período de estiagem.

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Segurança hídrica é mapeada em comunidades do Baixo Madeira
Foto: Arquivo Semusa

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  • A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semusa e do programa Vigiágua, concluiu em 8 de agosto a primeira etapa de avaliação da segurança hídrica das comunidades ribeirinhas do Baixo Madeira e da zona rural.
  • O diagnóstico de campo identifica riscos à disponibilidade e à qualidade da água, avalia padrões de potabilidade e condições dos sistemas de abastecimento, visando orientar medidas preventivas antes do período de estiagem.
  • As próximas etapas ocorrerão entre 16 e 22 de agosto e entre 31 de agosto e 4 de setembro, e os dados consolidados subsidiarão o planejamento de políticas públicas municipais para proteger a saúde das populações ribeirinhas e rurais.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A segurança hídrica das comunidades ribeirinhas do Baixo Madeira e da zona rural de Porto Velho está sendo avaliada pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). A primeira etapa da missão de campo foi concluída no domingo (8), com o objetivo de identificar riscos no abastecimento e levantar as principais necessidades das localidades antes do agravamento do período de estiagem.

A ação é realizada de forma interinstitucional e conta com a atuação técnica da Divisão de Vigilância, Licenciamento e Risco Sanitário (Dvisa/Semusa), por meio do Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Vigiágua).

O trabalho busca antecipar possíveis problemas relacionados à disponibilidade e à qualidade da água consumida pela população. Com o diagnóstico, as equipes poderão orientar medidas preventivas e subsidiar o planejamento de ações do município durante o período seco.

“Estamos antecipando os desafios para garantir mais segurança e qualidade de vida às comunidades ribeirinhas e rurais. Conhecer de perto a realidade dessas localidades nos permite agir com planejamento e responsabilidade”, afirmou o prefeito Léo Moraes.

Segundo a secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, o levantamento permite conhecer as condições das comunidades antes que os efeitos da estiagem se intensifiquem.

“Trabalhar com prevenção é fundamental para proteger a nossa população. Essa missão de diagnóstico nos permite levantar as reais necessidades das comunidades ribeirinhas e rurais para que o município possa planejar respostas rápidas e eficientes”, destacou.

O que o Vigiágua avalia

Criado pelo Ministério da Saúde e regulamentado pela Portaria GM/MS nº 888/2021, o Vigiágua reúne procedimentos contínuos voltados à vigilância da qualidade da água destinada ao consumo humano.

Durante a missão, as equipes avaliam os padrões de potabilidade, identificam fatores que podem representar riscos à saúde e verificam as condições dos sistemas e das soluções alternativas de abastecimento.

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde (DVS/Semusa), Geisa Brasil Ribeiro, explicou que o diagnóstico permite identificar vulnerabilidades antes que elas provoquem impactos maiores para os moradores.

A avaliação também considera possíveis riscos associados à escassez ou à contaminação da água. As informações coletadas devem orientar medidas preventivas e recomendações aos moradores.

Próximas etapas da missão

O trabalho de campo terá continuidade nas próximas semanas. A segunda etapa da ação está prevista para ocorrer entre 16 e 22 de agosto. Já a terceira fase será realizada entre 31 de agosto e 4 de setembro.

Os dados reunidos durante o primeiro ciclo serão consolidados pelas equipes técnicas da Dvisa/Semusa. As informações servirão como base para direcionar as próximas fases da missão e apoiar o planejamento preventivo das políticas públicas municipais.

A iniciativa busca, dessa forma, identificar antecipadamente situações que possam comprometer o abastecimento de água potável e contribuir para a proteção da saúde das populações ribeirinhas e rurais de Porto Velho.

Com informações de Taiana Mendonça

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