Porto Velho ganha projeto de Salas Multissensoriais para acolhimento de crianças com autismo nas UPAs

Iniciativa do Instituto de Desenvolvimento Social, Cultural e Ciência da Mulher na Região Norte busca tornar o atendimento de saúde mais humanizado, acessível e inclusivo para crianças e adolescentes com TEA

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Porto Velho ganha projeto de Salas Multissensoriais para acolhimento de crianças com autismo nas UPAs

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  • O Instituto de Desenvolvimento Social, Cultural e Ciência da Mulher na Região Norte desenvolve projeto para implantar e equipar duas Salas Multissensoriais em UPAs de Porto Velho (RO) voltadas a crianças e adolescentes com TEA.
  • As salas serão estruturadas com recursos de organização sensorial e autorregulação para reduzir sobrecarga, ansiedade e desconforto de pacientes autistas durante o atendimento de saúde.
  • O projeto, em fase de análise técnica junto à Secretaria de Estado de Saúde, busca tornar o atendimento mais humanizado, inclusivo e adequado às necessidades de pacientes com TEA, suas famílias e profissionais de saúde.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O atendimento de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em unidades de saúde pode representar um desafio não apenas para os profissionais, mas também para os próprios pacientes e suas famílias. Ambientes com excesso de ruídos, iluminação intensa, movimentação de pessoas e mudanças na rotina podem provocar desconforto, ansiedade e sobrecarga sensorial.

Pensando nessa realidade, o Instituto de Desenvolvimento Social, Cultural e Ciência da Mulher na Região Norte desenvolve um projeto voltado à implantação e equipagem de duas Salas Multissensoriais em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Porto Velho, em Rondônia).

A proposta é criar espaços preparados para oferecer um acolhimento mais adequado, especialmente para crianças e adolescentes com TEA que necessitam de um ambiente mais tranquilo e organizado durante o atendimento de saúde.

As salas serão estruturadas com recursos destinados à organização sensorial e à autorregulação, contribuindo para reduzir os estímulos que podem causar sobrecarga e desconforto em pacientes autistas. A iniciativa também pretende oferecer melhores condições para que profissionais habilitados possam realizar suas intervenções de maneira mais adequada às necessidades de cada criança ou adolescente.

O projeto ja se encontra em fase de analise técnica para formalização do termo de fomento,  junto a Secretaria de Estado de Saúde, sendo que o Instituto já esta preparado para sua execução.

Mais acolhimento dentro das unidades de saúde

Mais do que disponibilizar um espaço físico, o projeto representa uma mudança na forma de compreender o atendimento às pessoas com deficiência e, especialmente, às pessoas com TEA.

Em uma situação de urgência ou necessidade de atendimento médico, a criança autista pode apresentar dificuldades para compreender o ambiente, comunicar o que está sentindo ou lidar com procedimentos desconhecidos. Um espaço preparado para suas necessidades pode ajudar a diminuir a ansiedade e facilitar a interação com a equipe de saúde.

Para as famílias, a existência de um ambiente mais acolhedor também pode representar maior segurança durante momentos que, muitas vezes, já são marcados pela preocupação e pela tensão.

Saúde mais inclusiva

A implantação das duas Salas Multissensoriais reforça a importância de construir uma rede de atendimento que considere as diferentes necessidades da população. No caso das pessoas com TEA, a acessibilidade não se limita às estruturas físicas, mas envolve também a criação de condições para que o atendimento aconteça de forma respeitosa, acolhedora e individualizada.

O projeto desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Social, Cultural e Ciência da Mulher na Região Norte busca, dessa forma, contribuir para uma saúde pública mais humanizada, acessível e inclusiva em Porto Velho.

A iniciativa coloca no centro do atendimento aquilo que deve ser prioridade em qualquer serviço de saúde: o cuidado com as pessoas, o respeito às suas particularidades e a garantia de um atendimento digno para todos.

Com a implantação das salas, a expectativa é oferecer às crianças e adolescentes com TEA um ambiente mais adequado às suas necessidades sensoriais, ao mesmo tempo em que se proporciona às famílias e aos profissionais de saúde melhores condições para enfrentar os desafios do atendimento em situações de urgência e emergência.

Instituto de Desenvolvimento Social, Cultural e Ciência da Mulher na Região Norte: promovendo inclusão, acolhimento e cuidado por meio de uma iniciativa que busca fazer a diferença na vida de crianças, adolescentes e suas famílias.

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