Ministério da Saúde cria Nuvem Soberana para garantir segurança de dados do SUS

Iniciativa em parceria com o Serpro centraliza o armazenamento de bilhões de registros de saúde em território nacional, garantindo proteção sob a legislação brasileira.

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Ministério da Saúde cria Nuvem Soberana para garantir segurança de dados do SUS
© Fernando Frazão/Agência Brasil

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  • O Ministério da Saúde, em parceria com o Serpro, iniciou a Nuvem Soberana do SUS para garantir soberania digital, armazenando e processando dados de saúde exclusivamente no Brasil sob a legislação nacional, incluindo a LGPD.
  • A primeira fase da iniciativa abrange o Cadastro Nacional de Usuários do SUS e a Rede Nacional de Dados em Saúde, que já reúne mais de cinco bilhões de registros clínicos.
  • A gestão da nova infraestrutura será conjunta entre Serpro e o Departamento de Informação e Informática do SUS, visando ampliar continuidade, segurança, governança e integração federativa dos serviços digitais sem alterar a experiência do cidadão.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O Ministério da Saúde iniciou uma estratégia desenvolvida em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados para ampliar a soberania digital sobre a infraestrutura de dados e serviços do sistema público. Com a medida, o Brasil passa a armazenar e processar informações do Sistema Único de Saúde exclusivamente em território nacional, submetendo os registros às leis brasileiras, incluindo a Lei Geral de Proteção de Dados.

A primeira grande frente da iniciativa contempla o Cadastro Nacional de Usuários do SUS e a Rede Nacional de Dados em Saúde, estrutura de interoperabilidade que já reúne mais de cinco bilhões de registros clínicos. A gestão da chamada Nuvem Soberana do SUS será realizada de forma conjunta pelo Serpro e pelo Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde, assegurando acesso exclusivo aos arquivos armazenados.

Vantagens e continuidade dos serviços

De acordo com a pasta federal, a mudança na arquitetura tecnológica não altera a experiência do cidadão, mas amplia a capacidade de continuidade, a segurança e a evolução dos serviços digitais. A infraestrutura pública busca reduzir os riscos de interrupção nas plataformas, intensificar a governança e fortalecer a integração federativa das informações de saúde.

Para o cidadão, a jornada não aparece como troca de arquitetura, e sim como maior capacidade de continuidade, segurança e evolução dos serviços digitais de saúde, informou o ministério.

Perguntas Frequentes

Qual é o principal objetivo da Nuvem Soberana do SUS?

A iniciativa visa garantir a soberania digital sobre os dados de saúde pública, armazenando e processando as informações exclusivamente em território nacional sob a legislação brasileira.

Quais bases de dados integram a primeira fase do projeto?

A estratégia contempla inicialmente o Cadastro Nacional de Usuários do SUS e a Rede Nacional de Dados em Saúde, que concentra mais de cinco bilhões de registros.

Quem será responsável pelo gerenciamento da nova infraestrutura?

A gestão tecnológica será realizada de forma conjunta entre o Serviço Federal de Processamento de Dados e o Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde.

 

Com informações de Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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