Vacinação contra influenza segue até maio para reforçar prevenção à gripe

Campanha foca em grupos prioritários e busca reduzir complicações respiratórias em todo o estado de Rondônia.

Fonte: Aurimar Lima |Secom|Gov-RO - 010

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Vacinação contra influenza segue até maio para reforçar prevenção à gripe
Foto: Pablo Belo

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A campanha nacional de imunização contra a gripe continua disponível em Rondônia até o dia 30 de maio. A vacina, oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é a principal estratégia para evitar internações e óbitos decorrentes do vírus.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) destaca que o imunizante é composto por vírus inativado, sendo incapaz de causar a doença. A aplicação anual é necessária porque o vírus influenza sofre mutações constantes, exigindo a atualização da proteção vacinal.

Públicos prioritários e documentos necessários

O foco da vacinação são os grupos mais vulneráveis a complicações. Entre os públicos-alvo estão idosos, crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde e professores.

Pessoas com doenças crônicas e profissionais de segurança também devem procurar as unidades de saúde. Para receber a dose, é necessário apresentar um documento pessoal, o Cartão do SUS e, se possível, a caderneta de vacinação para atualização.

Sintomas da gripe e orientações de saúde

A influenza é uma infecção respiratória que se manifesta por meio de febre, dor de cabeça, coriza e cansaço. Em grupos de risco, o quadro pode evoluir rapidamente para complicações graves se o paciente não estiver devidamente protegido.

O diretor geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, orienta que a população procure as Unidades Básicas de Saúde (UBS) o quanto antes. Caso o cidadão apresente febre no dia agendado, a recomendação médica é adiar a aplicação até a recuperação total dos sintomas.

A mobilização envolve a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e as prefeituras dos 52 municípios rondonienses. A participação coletiva é fundamental para diminuir a circulação viral e aliviar a pressão sobre o sistema hospitalar do estado.

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