Lula quer enviar a Trump dados sobre queda do desmatamento

Presidente afirmou que pretende mostrar a Donald Trump os números mais recentes sobre a redução do desmatamento na Amazônia entre 2025 e 2026.

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Lula quer enviar a Trump dados sobre queda do desmatamento
foto - REUTERS/Adriano Machado

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (8), em São Paulo, que pretende enviar ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os dados mais recentes sobre a queda do desmatamento na Amazônia.

A declaração foi feita durante um encontro do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), em Taboão da Serra, na região metropolitana de São Paulo.

Lula afirmou que pretende apresentar os números após mencionar que o desmatamento ilegal esteve entre os argumentos utilizados pelo governo norte-americano para justificar o aumento de tarifas sobre produtos brasileiros.

Desmatamento na Amazônia registra queda

Dados do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), apresentados na sexta-feira (7) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontam redução de 36,87% no desmatamento da Amazônia entre agosto de 2025 e julho de 2026.

De acordo com os dados apresentados pelo instituto, esse foi o menor índice registrado desde 2016, quando começou a série histórica do levantamento.

Os números foram citados por Lula como parte da argumentação que pretende apresentar ao governo dos Estados Unidos.

Lula relaciona dados ao debate com os EUA

Durante o encontro do MTST, Lula afirmou que fez questão de registrar os números mais recentes sobre o desmatamento para apresentá-los a Trump.

A intenção, segundo o presidente brasileiro, é mostrar os resultados obtidos na redução do desmatamento e contestar informações que, na avaliação do governo brasileiro, não refletiriam os dados mais recentes sobre a situação da Amazônia.

A declaração ocorre em meio às discussões entre Brasil e Estados Unidos sobre as tarifas aplicadas a produtos brasileiros.

O que mostram os dados do Inpe?

O levantamento apresentado pelo Inpe considera o período entre agosto de 2025 e julho de 2026.

Nesse intervalo, o desmatamento detectado na Amazônia caiu 36,87% em comparação com o período anterior. O resultado representa o menor nível registrado desde o início da série histórica do sistema, em 2016.

Os dados são utilizados para acompanhar a evolução do desmatamento e auxiliar órgãos públicos no monitoramento da floresta.

Próximos passos

Lula afirmou que pretende encaminhar os números ao presidente Donald Trump.

A iniciativa deve integrar o diálogo do governo brasileiro com os Estados Unidos em meio às discussões sobre tarifas comerciais e questões ambientais.

Palavra-chave principal: desmatamento na Amazônia

Meta descrição: Lula quer enviar a Trump dados sobre a queda de 36,87% do desmatamento na Amazônia entre agosto de 2025 e julho de 2026.

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Alt text: Lula fala sobre dados de queda do desmatamento na Amazônia durante evento em São Paulo

Tags: Lula, Donald Trump, desmatamento na Amazônia, Inpe, meio ambiente

Perguntas frequentes

Quanto caiu o desmatamento na Amazônia?

O desmatamento na Amazônia caiu 36,87% entre agosto de 2025 e julho de 2026, segundo dados apresentados pelo Inpe.

Qual foi o menor nível de desmatamento registrado?

Segundo os dados citados pelo Inpe, o período de agosto de 2025 a julho de 2026 apresentou o menor valor da série histórica iniciada em 2016.

O que Lula pretende enviar a Trump?

O presidente afirmou que pretende enviar ao presidente dos Estados Unidos os dados mais recentes sobre a queda do desmatamento na Amazônia.

Por que Lula quer apresentar os números ao presidente dos EUA?

Lula afirmou que o desmatamento ilegal esteve entre os argumentos utilizados pelo governo norte-americano para justificar o aumento de tarifas sobre produtos brasileiros.

Quem divulgou os dados sobre o desmatamento?

Os dados foram apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com base no Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real.

Com informações de Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil.

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