Senado aprova projeto que amplia divulgação do Ligue 180 no Brasil

Texto determina que o serviço de denúncias de violência contra a mulher seja divulgado em escolas, hospitais, transportes públicos e locais de grande circulação; proposta segue para sanção presidencial.

Fonte: Francisco Rodrigo

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Senado aprova projeto que amplia divulgação do Ligue 180 no Brasil
© Marcello Casal JrAgência Brasil

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  • O Senado aprovou em 8 de maio o projeto de lei que torna obrigatória a ampla divulgação do Ligue 180 em todo o Brasil, já aprovado anteriormente pela Câmara dos Deputados.
  • O texto prevê que o governo federal divulgue o serviço em escolas, hospitais, órgãos públicos, casas de espetáculos, espaços de lazer, terminais e meios de transporte coletivo e outros locais de grande circulação, além dos meios de comunicação de massa.
  • O Ligue 180 é o canal nacional e gratuito de atendimento a mulheres em situação de violência, oferecendo orientação, informações sobre a rede de proteção, encaminhamento a serviços especializados e registro de denúncias, e o projeto agora aguarda sanção presidencial.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), o projeto de lei que determina a divulgação em larga escala do Ligue 180, serviço telefônico nacional destinado ao atendimento, orientação e recebimento de denúncias de violência contra a mulher.

A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e agora aguarda apenas a sanção presidencial para entrar em vigor.

Onde o Ligue 180 deverá ser divulgado

Pelo texto aprovado, o governo federal deverá promover campanhas de divulgação do serviço em diversos espaços públicos e privados de grande circulação de pessoas.

Entre os locais previstos estão:

Escolas;
Hospitais;
Órgãos públicos;
Casas de espetáculos;
Espaços de lazer;
Terminais e meios de transporte coletivo;
Outros ambientes com grande fluxo de pessoas.

A proposta também prevê a utilização dos meios de comunicação de massa para ampliar o conhecimento da população sobre o canal de atendimento.

Objetivo é ampliar o acesso das vítimas

A relatora da matéria no Senado, Mara Gabrilli (PSD-SP), destacou que ampliar a divulgação do Ligue 180 fortalece as políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

Segundo a parlamentar, quanto maior o conhecimento da população sobre o serviço, maiores são as possibilidades de acolhimento das vítimas e de encaminhamento dos casos às autoridades competentes.

Em seu parecer, a senadora afirmou que a medida possui “elevada pertinência e impacto social”, contribuindo para facilitar o acesso das mulheres aos mecanismos de proteção disponíveis.

O que é o Ligue 180

O Ligue 180 é o canal oficial do governo federal voltado ao atendimento de mulheres em situação de violência.

O serviço oferece:

Orientações sobre direitos;
Informações sobre a rede de proteção;
Encaminhamento para serviços especializados;
Registro e encaminhamento de denúncias aos órgãos responsáveis.

O atendimento é gratuito e funciona em todo o território nacional.

Próximo passo

Com a aprovação definitiva pelo Congresso Nacional, o projeto será encaminhado ao presidente da República, que poderá sancionar ou vetar a proposta.

Caso seja sancionada, a medida passará a integrar as ações permanentes de divulgação das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

Perguntas Frequentes

O que foi aprovado pelo Senado?

Um projeto de lei que torna obrigatória a ampla divulgação do telefone Ligue 180 em todo o Brasil.

O projeto já virou lei?

Ainda não. O texto segue para sanção do presidente da República.

Onde o Ligue 180 deverá ser divulgado?

Em escolas, hospitais, órgãos públicos, meios de transporte, locais de lazer e outros espaços de grande circulação, além dos meios de comunicação.

O que é o Ligue 180?

É o canal nacional de atendimento e denúncias de violência contra a mulher, que oferece orientação, acolhimento e encaminhamento às autoridades competentes.

Qual o objetivo da proposta?

Ampliar o conhecimento da população sobre o serviço, facilitando o acesso das vítimas à rede de proteção.

 

Com informações de Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

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