MPRO denuncia líder religioso por crimes sexuais em Porto Velho

Investigado está preso desde 15 de setembro; segundo o Ministério Público, mulheres procuraram as autoridades após o primeiro caso chegar à investigação.

Publicado em

MPRO denuncia líder religioso por crimes sexuais em Porto Velho

Compartilhe esta notícia:

Nos siga no Google News

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) ofereceu à Justiça denúncia contra um psicólogo e líder religioso investigado por crimes sexuais contra mulheres em Porto Velho. A denúncia foi apresentada nesta segunda-feira (28), por meio da Promotoria de Justiça de Violência Doméstica da Capital.

O investigado está preso desde 15 de setembro. Segundo o MPRO, os crimes teriam sido praticados contra mulheres que frequentavam o espaço religioso e também eram atendidas pelo denunciado em consultas profissionais.

Investigação

Conforme as informações divulgadas pelo Ministério Público, o investigado teria se aproveitado de sua posição de liderança religiosa e da condição profissional de psicólogo para praticar os crimes.

Após o primeiro caso chegar ao conhecimento das autoridades, outras mulheres procuraram a Polícia Civil e o Ministério Público para relatar situações de abuso. Os relatos contribuíram para o avanço das investigações e para a adoção das medidas previstas no processo criminal.

A denúncia apresentada pelo MPRO será analisada pela Justiça, que decidirá sobre o prosseguimento da ação penal. A condição de denunciado não significa condenação, e a responsabilidade criminal deverá ser definida no processo.

Vítimas receberam atendimento

As mulheres que procuraram as autoridades também foram atendidas pelo Núcleo de Assistência às Vítimas (Navit), do MPRO. Segundo o Ministério Público, o serviço ofereceu acolhimento, escuta e acompanhamento psicológico às vítimas durante o andamento do caso.

As medidas adotadas pelo Ministério Público e pela Polícia Civil tiveram prosseguimento até a apresentação da denúncia à Justiça. O MPRO não divulgou, no material fornecido, a identidade do investigado nem detalhes individualizados sobre os fatos atribuídos a ele.

Com informações de Gerência de Comunicação Integrada

NEWS QUE VOCÊ VAI QUERER LER

DESTAQUE NEWS

EMPREGOS E CONCURSOS

POLÍTICA

POLÍCIA

ÚLTIMAS NOTÍCIAS