Ministério da Justiça e Segurança Pública inicia quarta Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas

Campanha mobiliza trezentos e quarenta e dois postos em todo o país até a próxima sexta-feira para fortalecer a identificação de desaparecidos por meio de material genético

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Ministério da Justiça e Segurança Pública inicia quarta Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas
© Paulo Pinto/Agência Brasil

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.O Ministério da Justiça e Segurança Pública e os institutos de perícia federal e estaduais iniciaram nesta segunda-feira, dia 24, a quarta Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. A campanha tem o objetivo de incentivar os parentes a doarem amostras de material genético para auxiliar na localização e identificação de pessoas declaradas desaparecidas. Pessoas que já realizaram a doação anteriormente estão dispensadas de repetir o procedimento.

A mobilização segue aberta até a próxima sexta-feira, dia 28, operando em 342 postos de coleta distribuídos por todas as unidades da federação, incluindo o Palácio da Justiça, edifício-sede do ministério localizado em Brasília, no Distrito Federal. Contudo, o ministério esclarece que a doação pode ser efetuada a qualquer momento em laboratórios ou institutos de perícia capacitados, independentemente do tempo transcorrido desde o desaparecimento. Os interessados devem comparecer a um dos locais designados portando documento de identificação e, preferencialmente, uma cópia ou os dados do Boletim de Ocorrência.

Critérios e procedimento para a doação

As diretrizes do Ministério da Justiça e Segurança Pública recomendam que a doação seja realizada por parentes de primeiro grau, priorizando a seguinte ordem: pai ou mãe biológicos, filhos biológicos acompanhados do outro genitor e, por fim, irmãos biológicos filhos do mesmo pai e da mesma mãe. Menores de idade também estão aptos a doar, desde que acompanhados por um responsável legal. O atendimento ocorre em qualquer ponto oficial de coleta, sem restrição quanto à região de origem do desaparecimento.

O procedimento para a coleta é rápido e indolor, podendo ser realizado de 2 formas: por meio da fricção de um cotonete especial no interior da cavidade bucal ou pela extração de uma gota de sangue do dedo do doador. Os perfis genéticos coletados são inseridos exclusivamente em bancos de dados para comparação com perfis de pessoas não identificadas, vivas ou falecidas. Caso seja constatada compatibilidade por parentesco, os peritos emitem um laudo oficial direcionado à delegacia encarregada do caso, que fará o contato direto com a família.

Perguntas Frequentes (FAQ)

Até quando ocorre a quarta Mobilização Nacional de Coleta de DNA?
A campanha especial segue ativa até a próxima sexta-feira, dia 28, em 342 postos de atendimento em todo o país.

Quem pode realizar a doação de material genético nos postos credenciados?
A recomendação é que a doação seja feita por parentes de primeiro grau, como pais, filhos ou irmãos biológicos, sendo permitida também a participação de crianças acompanhadas por responsáveis.

Como é realizado o procedimento de coleta do DNA?
O teste é simples e pode ser feito coletando células da parte interna da boca com um cotonete ou retirando uma gota de sangue do dedo.

 

Com informações de Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

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