Porto Velho decreta emergência para acelerar ações preventivas no Rio Madeira

Apesar da medida legal, a Defesa Civil tranquiliza os moradores, informando que não há registro de famílias desabrigadas ou em situação de risco iminente no momento.

Fonte: João Paulo Prudêncio |SMC|PMPV - 010

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Porto Velho decreta emergência para acelerar ações preventivas no Rio Madeira
Foto: José Carlos

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O superintendente da Defesa Civil Municipal, Dr. Marcos Berti, informou que o decreto de situação de emergência em Porto Velho é uma medida estratégica para antecipar riscos. A iniciativa permite maior flexibilidade administrativa e agilidade na logística de compras, facilitando a busca por recursos federais e estaduais para assistência imediata.

A integração de todas as secretarias do Poder Executivo é um dos pilares da medida, assegurando que o suporte chegue às áreas mapeadas antes de possíveis agravamentos. O superintendente ressaltou que a ação é estritamente preventiva, visando estruturar a resposta do município para o período de cheia.

Apesar da medida legal, a Defesa Civil tranquiliza os moradores, informando que não há registro de famílias desabrigadas ou em situação de risco iminente no momento. O Rio Madeira, que chegou a atingir a marca de 15,30 metros, apresentou recuo, registrando 15,04 metros nesta quinta-feira (30).

De acordo com o Dr. Marcos Berti, o decreto foi emitido ao atingir a cota de 15 metros justamente para evitar a espera por um cenário crítico. O órgão mantém um regime de plantão 24 horas, monitorando tanto o setor urbano quanto as comunidades ribeirinhas da capital rondoniense.

O prefeito Léo Moraes destacou que a Defesa Civil passou por uma reestruturação recente para atuar com mais independência e eficiência. Segundo o chefe do Executivo, a estrutura atual permite que o órgão seja a principal porta de apoio às comunidades em vulnerabilidade, sem gerar alarde desnecessário à população local.

Diversas localidades estão inseridas no plano de contingência, incluindo os distritos e comunidades de Brasileira, Boca do Jamary, Belmont, Itacuã, Pau D’Arco e Bom Jardim. Também estão sob vigilância áreas como o Ramal da Alegria, Mutuns, Gleba Cuniã, Niterói, Maravilha I e II, Ilha Nova, Ressaca, Fortaleza do Abunã e outras regiões do baixo e médio Madeira.

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