Emmanuel Macron proíbe protestos ilegítimos e mobiliza forças de segurança após onda de violência na França

Presidente francês acusa grupos de ultraesquerda de tentarem derrubar a República; mais de 3 mil lojas foram atacadas no país.

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Emmanuel Macron proíbe protestos ilegítimos e mobiliza forças de segurança após onda de violência na França
© REUTERS/Benoit Tessier/ Proibido reprodução

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  • O presidente francês Emmanuel Macron anunciou em 22 de que o governo proibirá manifestações classificadas como ilegítimas após reunião de emergência no Palácio do Eliseu.
  • Macron atribuiu os atos de vandalismo e furtos do dia 17 a grupos radicais de ultraesquerda, acusados de agir de forma sediciosa para desestabilizar as instituições e derrubar a República.
  • A onda de distúrbios deixou cerca de 3 mil comércios danificados ou saqueados, levou à decretação de toque de recolher em 21 com 174 prisões, e motivou a adoção de trajetos alternativos para passeatas sindicais e um megadispositivo policial com blindados e tropas de elite.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou nesta quinta-feira, dia 22, a proibição iminente de manifestações classificadas como ilegítimas pelo governo central. A declaração ocorre após uma reunião de emergência no Palácio do Eliseu com ministros e chefes do serviço de inteligência, convocada para conter a escalada de violência urbana registrada no país.

Em pronunciamento oficial, Macron atribuiu os atos de vandalismo e furtos ocorridos no último sábado, dia 17, a grupos radicais organizados de extrema-esquerda. O chefe de Estado declarou que os manifestantes agem de forma sediciosa com o objetivo explícito de desestabilizar as instituições e derrubar a República. Para passeatas sindicais autorizadas, o governo promete impor trajetos alternativos para resguardar estabelecimentos comerciais.

A onda de distúrbios deixou um saldo de aproximadamente 3 mil comércios danificados ou saqueados em diversas cidades francesas. Em resposta ao cenário de crise, prefeituras aplicaram a medida de toque de recolher na noite de quarta-feira, dia 21, resultando na prisão de pelo menos 174 pessoas envolvidas em atos ilícitos nas ruas.

Com uma nova convocação de mobilização popular agendada para os próximos dias, o primeiro-ministro Sébastien Lecornu apelou para que as forças políticas rompam com os discursos radicais. As autoridades policiais planejam um megadispositivo de segurança para o fim de semana, com o emprego de veículos blindados e tropas de elite para impedir novos confrontos.

Perguntas Frequentes (FAQ)
O que motivou o anúncio de restrição aos protestos na França?
O governo reagiu após episódios de violência, roubos e depredações em cerca de 3 mil estabelecimentos comerciais no último fim de semana.

Quais grupos foram responsabilizados pelo presidente Emmanuel Macron?
Macron acusou células organizadas de ultraesquerda e grupos sediciosos de atuarem para desestabilizar a ordem republicana.

Quantas pessoas foram detidas durante o toque de recolher decretado no país?
As operações policiais e o toque de recolher na noite de quarta-feira resultaram na prisão de 174 suspeitos.

Quais medidas de segurança serão adotadas para as próximas manifestações?
O governo determinou a alteração de trajetos de marchas sindicais e o uso de blindados e unidades de elite da polícia nas ruas.

 

Com informações de RTP

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