Lula pede desculpas; Flávio promete renda e segurança

Considerações finais tiveram nova acusação sobre milícias, direito de resposta e apelos ao eleitor no encerramento do debate presidencial da Globo.

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Lula pede desculpas; Flávio promete renda e segurança

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  • No encerramento do último debate presidencial da Globo, Lula pediu desculpas pelo tom do confronto, destacou sua trajetória política e defendeu a continuidade da democracia, chamando Flávio Bolsonaro de “miliciano”.
  • A acusação resultou na concessão de um novo direito de resposta a Flávio, que negou envolvimento com milícias, prometeu combatê-las como organizações narcoterroristas e criticou o governo Lula.
  • Em suas falas finais, Lula pediu votos ressaltando sua biografia, enquanto Flávio agradeceu a Deus e aos apoiadores, defendeu Jair Bolsonaro, prometeu recuperar o poder de compra, reforçar a segurança e convidou o público a rezar um Pai-Nosso.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Lula e Flávio Bolsonaro encerraram o debate presidencial da Globo com pedidos de voto e uma nova troca de acusações. O petista pediu desculpas pelo que o público acompanhou durante o confronto e destacou sua trajetória política. Flávio prometeu recuperar o poder de compra e reforçar a segurança.

Antes das considerações finais, a mediação anunciou que cinco pedidos de direito de resposta apresentados pelo candidato do PL no bloco anterior haviam sido negados. A ordem das despedidas foi definida em sorteio prévio, com um minuto e meio para cada participante.

Lula abriu sua mensagem agradecendo aos brasileiros. “Eu quero agradecer ao povo brasileiro a paciência e pedir desculpa por coisas que vocês viram aqui que não mereciam ver”, afirmou.

O presidente voltou a contestar as críticas sobre o cartão corporativo e declarou que a gestão Bolsonaro gastou quase 30% a mais que a sua. O trecho não apresenta os valores, os períodos comparados ou a metodologia utilizada, e o percentual não foi confirmado na checagem.

Ao pedir votos, Lula relembrou trabalhos que exerceu antes da Presidência, entre eles vendedor, engraxate e torneiro mecânico. “Eu sou um homem que tem uma biografia, tem história, tenho uma luta junto com vocês há muito tempo”, disse.

Na conclusão, defendeu a continuidade da democracia e chamou o adversário de “miliciano”. A acusação levou à concessão de um novo direito de resposta a Flávio, distinto dos cinco pedidos anteriormente negados.

“O candidato aqui insiste em me acusar de crimes que eu nunca cometi”, respondeu o senador. Ele negou envolvimento com milícias e prometeu combater esses grupos, defendendo sua classificação como organizações narcoterroristas.

Flávio associou a proposta à rotina dos moradores de comunidades, mencionando a possibilidade de conversar com a família na calçada e circular com o celular sem medo de roubo. “Eu quero que você volte a ter tranquilidade”, declarou.

Em sua despedida, agradeceu a Deus e aos apoiadores, além de defender Jair Bolsonaro, a quem classificou como injustiçado. Na sequência, apresentou três compromissos: não prometer o que não puder cumprir, devolver poder de compra à população e lutar pela liberdade e pela soberania do Brasil.

“Você vai voltar a ter dinheiro no bolso”, afirmou. Ao criticar o governo, perguntou: “A sua vida melhorou ou piorou nos últimos quatro anos?”

O candidato pediu votos no número 22 e encerrou com um apelo religioso, convidando os espectadores a rezar um Pai-Nosso. Após a fala, a mediação agradeceu aos participantes e ao público e declarou encerrado o último debate presidencial do segundo turno.

O debate é promovido pela Rede Globo de Televisão.

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