TSE desmente acusação de Flávio Bolsonaro e nega expulsão de fiscais do PL durante a apuração das eleições

Justiça Eleitoral confirma livre acesso de representantes do partido à Sala de Totalização e registra presença de auditores do PL no subsolo e no quinto andar da sede da Corte.

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TSE desmente acusação de Flávio Bolsonaro e nega expulsão de fiscais do PL durante a apuração das eleições
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  • O TSE divulgou nota em 26 de outubro de 2026 desmentindo a alegação de Flávio Bolsonaro de que fiscais do PL teriam sido expulsos da sala-cofre durante a apuração do segundo turno.
  • O tribunal esclareceu que a sala-cofre é área técnica de servidores de dados sem acesso a visitantes e que a fiscalização ocorre na Sala de Totalização e na Sala dos Partidos Políticos, onde fiscais do PL circularam livremente segundo registros e imagens.
  • A contestação integra o conjunto de críticas da candidatura derrotada à lisura do pleito, no qual Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, diferença de cerca de 4,4 milhões de votos sobre Flávio Bolsonaro.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emitiu uma nota oficial na manhã desta segunda-feira, dia 26 de outubro de 2026, desmentindo as declarações do candidato derrotado à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL). Em pronunciamento realizado na noite anterior, o parlamentar alegou que fiscais de sua coligação teriam sido expulsos da chamada “sala-cofre” do edifício-sede da Corte, em Brasília, durante o processo de apuração dos votos do segundo turno.

A Justiça Eleitoral esclareceu que a sala-cofre abriga a infraestrutura física dos servidores de dados do tribunal e não constitui espaço de visitação ou acompanhamento do pleito. O TSE destacou que o acompanhamento público e técnico da soma dos votos é realizado na Sala de Totalização, local que permaneceu aberto à presença de auditores de partidos políticos, observadores internacionais, advogados e representantes do Ministério Público Eleitoral.

De acordo com o tribunal, dois fiscais credenciados pelo Partido Liberal (PL) estiveram presentes nas dependências do TSE durante o domingo. Registros de acesso e imagens do sistema interno de segurança comprovam que os auditores da campanha oposicionista acompanharam o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas, no subsolo do prédio, e circularam pela Sala dos Partidos Políticos, localizada no quinto andar, bem como pela própria Sala de Totalização.

A contestação levantada por Flávio Bolsonaro faz parte de um conjunto de alegações apresentadas pela candidatura derrotada para questionar a higidez do pleito, vencido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 51,79% dos votos válidos (64,2 milhões de votos). A oposição também contesta a liminar concedida pelo ministro do STF, Cristiano Zanin, que estendeu o horário de votação em seções abertas até as 19 horas.

Perguntas Frequentes (FAQ)

O que declarou o TSE sobre a suposta expulsão de fiscais do PL na noite da eleição?

O TSE afirmou que a informação é falsa. A Corte comprovou por registros e imagens que os fiscais do PL tiveram livre acesso à Sala de Totalização e a outras áreas de auditoria do prédio.

O que é a sala-cofre citada nas alegações do candidato derrotado?
É o centro técnico de processamento de dados e servidores do TSE. Por razões de segurança física e infraestrutura, o local não é aberto à permanência de visitantes ou fiscais de partidos.

Onde os fiscais partidários acompanham a apuração oficial dos votos?
O acompanhamento presencial do recebimento e consolidação dos dados é feito na Sala de Totalização e na Sala dos Partidos Políticos, no edifício-sede do TSE.

Qual foi o resultado oficial do segundo turno confirmado pela Justiça Eleitoral?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, superando o candidato Flávio Bolsonaro por uma diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos.

 

Com informações Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

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