Cooperativismo fortalece comunidades e impulsiona desenvolvimento, afirma João Spenthof

Em artigo pelo Dia Internacional do Cooperativismo, o presidente da Central Sicredi Centro Norte destaca o impacto do modelo cooperativista na inclusão, na geração de renda e no desenvolvimento sustentável.

Fonte: Milena Santos

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Cooperativismo fortalece comunidades e impulsiona desenvolvimento, afirma João Spenthof

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O cooperativismo representa uma alternativa capaz de unir crescimento econômico, inclusão social e desenvolvimento sustentável em um cenário marcado por desigualdades e concentração de renda. Essa é a avaliação de João Spenthof, presidente da Central Sicredi Centro Norte, em artigo publicado por ocasião do Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado em 5 de julho.

Segundo o autor, o modelo cooperativista demonstra que é possível crescer de forma coletiva, valorizando a participação das pessoas, a democracia e o compartilhamento dos resultados. Para ele, cooperar significa fortalecer comunidades e criar oportunidades que beneficiam toda a sociedade.

Cooperativismo mantém riqueza nas comunidades

No artigo, Spenthof destaca que uma das principais características das cooperativas é a permanência dos recursos e dos resultados nas próprias comunidades onde atuam. Esse modelo, segundo ele, favorece a geração de empregos, impulsiona a economia local, estimula novos investimentos e promove o desenvolvimento regional.

Para o presidente da Central Sicredi Centro Norte, o cooperativismo vai além da oferta de produtos e serviços. Trata-se de um movimento baseado na participação coletiva e no fortalecimento das pessoas, contribuindo para uma sociedade mais justa e próspera.

Setor reúne milhões de cooperados no Brasil

O autor também apresenta dados do Sistema OCB referentes a 2024 para demonstrar a dimensão do cooperativismo brasileiro. De acordo com os números citados, o país possui 4.384 cooperativas, reunindo mais de 25,8 milhões de cooperados.

Ainda segundo os dados mencionados no artigo, o setor soma mais de R$ 1,39 trilhão em ativos, registrou R$ 51,3 bilhões em sobras e gera mais de 578 mil empregos em todo o país.

O cooperativismo brasileiro está organizado em oito ramos: agropecuário, saúde, infraestrutura, transporte, educação, consumo, trabalho e crédito, todos voltados ao desenvolvimento econômico e social de seus associados.

Crédito cooperativo impulsiona o desenvolvimento local

Representando o ramo do crédito, Spenthof ressalta o papel desempenhado pelo Sicredi no fortalecimento das economias locais. Segundo ele, a instituição atua em diferentes regiões do país oferecendo soluções financeiras, incentivando a educação financeira, apoiando pequenos negócios e reinvestindo recursos nas próprias comunidades.

Na avaliação do autor, esse modelo contribui para ampliar oportunidades para empreendedores, produtores rurais, famílias e empresas, fortalecendo o desenvolvimento regional.

Nova lei amplia reconhecimento do cooperativismo

O artigo também destaca a sanção da Lei nº 15.433, de 2026, que reconhece o cooperativismo como manifestação da cultura nacional e estabelece que o Estado deve garantir, apoiar e estimular a livre atividade cooperativista.

Para João Spenthof, o reconhecimento reforça a importância do setor como instrumento de desenvolvimento econômico e responsabilidade social.

Ao encerrar o artigo, o presidente da Central Sicredi Centro Norte convida a sociedade a refletir sobre o papel da cooperação na construção de um futuro mais equilibrado. Segundo ele, o cooperativismo demonstra que prosperidade compartilhada gera comunidades mais fortes, economias mais justas e desenvolvimento sustentável, reforçando uma de suas principais premissas: ninguém cresce sozinho.

Com informações da Pautas Rondônia | Releases e Notícias

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