Dólar sobe para R$ 4,92 e bolsa avança pelo 2º dia

Dólar fecha em leve alta a R$ 4,92 enquanto bolsa sobe pelo segundo dia seguido, influenciada por queda do petróleo e atuação do Banco Central no mercado cambial.

Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - 50

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Dólar sobe para R$ 4,92 e bolsa avança pelo 2º dia
foto - Reuters/Eli Hartman

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  • O dólar fechou a R$ 4,921 nesta quarta-feira (6), em leve alta, influenciado por atuação do Banco Central e fatores internos.
  • O Ibovespa subiu 0,50%, aos 187.690 pontos, na segunda alta seguida, puxado por mineradoras e empresas de consumo.
  • Queda de cerca de 7% no petróleo e recordes em Nova York melhoraram o apetite por risco, enquanto o dólar acumula baixa na semana e no ano.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O dólar sobe para R$ 4,92 e bolsa avança pelo 2º dia consecutivo em um pregão marcado por forte oscilação no mercado financeiro brasileiro. A moeda norte-americana encerrou esta quarta-feira (6) cotada a R$ 4,921, com leve alta, mesmo em um cenário externo favorável ao apetite por risco.

O movimento do dólar sobe para R$ 4,92 e bolsa avança pelo 2º dia consecutivo foi influenciado por fatores internos, incluindo a atuação do Banco Central, que realizou operação de swap cambial reverso equivalente à compra de dólares no mercado futuro, medida que tende a pressionar a cotação da moeda.

Outro fator relevante foi a queda de cerca de 7% no preço do petróleo no mercado internacional, após sinais de redução de tensões no Oriente Médio. O recuo da commodity impactou diretamente empresas do setor energético, mas contribuiu para melhora no humor dos investidores em outras áreas da economia.

Na Bolsa de Valores, o Ibovespa fechou em alta de 0,50%, aos 187.690 pontos, registrando a segunda valorização consecutiva. O desempenho foi impulsionado por ações de mineradoras e empresas de consumo, enquanto papéis ligados ao petróleo, como os da Petrobras, tiveram queda.

O cenário externo também contribuiu para o movimento positivo da bolsa brasileira, com índices de Nova York renovando recordes, refletindo maior confiança global em ativos de risco.

Apesar da leve alta no dia, o dólar acumula queda na semana e recuo expressivo no ano, indicando volatilidade menor no médio prazo, mesmo com intervenções pontuais do Banco Central.

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