Anvisa atualiza regra para vacinas contra a covid-19

Novas vacinas deverão ser monovalentes e conter a variante LP8.1 como referência. Produtos antigos poderão ser usados por até nove meses.

Fonte: Francisco Rodrigo

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Anvisa atualiza regra para vacinas contra a covid-19
© Tânia Rêgo/Agência Brasil

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  • Anvisa publicou em 9 de janeiro instrução normativa que atualiza critérios para fabricação e uso de vacinas contra a covid-19 no Brasil.
  • As novas vacinas deverão ser monovalentes, tendo preferencialmente a variante LP8.1 como antígeno, podendo usar derivados da cepa JN.1 como XFG e NB.1.8.1 se atenderem a critérios técnicos.
  • Imunizantes atuais poderão ser utilizados por até nove meses, e a atualização segue modelo internacional para manter a proteção diante do aumento de síndrome gripal associada à covid-19 e da circulação de novas variantes.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quinta-feira (9), no Diário Oficial da União, uma instrução normativa que atualiza os critérios para fabricação e utilização das vacinas contra a covid-19 no Brasil.

A principal mudança determina que os imunizantes passem a ser monovalentes, ou seja, desenvolvidos para oferecer resposta imunológica contra uma única linhagem do vírus SARS-CoV-2 considerada predominante no momento.

Variante LP8.1 passa a ser referência

Conforme a nova regulamentação, as vacinas deverão conter preferencialmente a variante LP8.1 como antígeno.

A Anvisa também autorizou a utilização de variantes derivadas da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8.1, desde que apresentem respostas amplas e robustas de anticorpos neutralizantes, comprovadas por estudos científicos.

A medida busca aumentar a eficácia da vacinação diante da evolução constante do coronavírus.

Vacinas antigas terão prazo para utilização

Os imunizantes registrados e produzidos antes da publicação da nova norma poderão continuar sendo utilizados temporariamente.

Segundo a Anvisa, as vacinas já fabricadas e distribuídas poderão permanecer em uso por até nove meses.

Após esse período, a comercialização e utilização desses produtos deixarão de ser permitidas.

Atualização acompanha evolução do vírus

As novas diretrizes foram aprovadas durante a 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa.

De acordo com a agência reguladora, a atualização foi motivada pelo aumento recente de registros de síndrome gripal associados à covid-19 e pela necessidade de manter a proteção da população diante das variantes em circulação.

A estratégia segue o modelo adotado internacionalmente para atualização periódica dos imunizantes contra o coronavírus.

Perguntas frequentes

O que muda nas vacinas contra a covid-19?

As novas vacinas deverão ser monovalentes e atualizadas para proteger contra variantes mais recentes do coronavírus.

Qual variante será utilizada?

A variante LP8.1 passa a ser a referência principal. Também poderão ser utilizados derivados da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8.1, desde que atendam aos critérios técnicos da Anvisa.

As vacinas atuais deixam de valer imediatamente?

Não. Os imunizantes já registrados, produzidos e distribuídos poderão ser utilizados por até nove meses.

Por que a Anvisa fez essa atualização?

A medida busca melhorar a proteção da população diante da circulação de novas variantes do SARS-CoV-2 e acompanhar a evolução do vírus.

 

Com informações de Agência Brasil

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