Porto Velho amplia combate à malária e inicia uso de tafenoquina infantil

Prefeitura intensifica diagnóstico precoce e adota tratamento em dose única para crianças em áreas de maior incidência

Fonte: Gian Souza |SMC|PMPV - 010

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Porto Velho amplia combate à malária e inicia uso de tafenoquina infantil
Foto: Gabriel Moreira e Taiana Mendonça

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  • A Prefeitura de Porto Velho intensificou ações de prevenção e controle da malária em alusão ao Dia Mundial de Luta Contra a Malária.
  • Foi introduzida a tafenoquina pediátrica em dose única para crianças com malária por Plasmodium vivax, visando reduzir recaídas e formas graves.
  • Entre 6 e 8 de abril, o município sediou oficina técnica sobre Plasmodium falciparum, alinhada à meta nacional de eliminar a malária até 2035.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), intensificou as ações de prevenção e controle da malária em alusão ao Dia Mundial de Luta Contra a Malária, celebrado em 25 de abril. A mobilização envolve equipes de vigilância epidemiológica e controle de vetores para reduzir a transmissão no município.

As atividades focam na testagem rápida e na busca ativa em localidades estratégicas, como a Linha H-27. O prefeito Léo Moraes destacou que o fortalecimento do combate à doença une tecnologia e ações de campo para proteger as populações mais vulneráveis e garantir atendimento eficiente nas unidades de saúde.

Avanço no tratamento pediátrico

Uma das principais novidades é a introdução da tafenoquina pediátrica para o tratamento da malária causada pelo Plasmodium vivax. O medicamento, agora disponível para o público infantil, é administrado em dose única. Essa inovação facilita a adesão ao tratamento e é fundamental para reduzir os índices de recaída entre as crianças.

Anteriormente restrita a adultos, a aplicação da tafenoquina em crianças amplia a eficácia das estratégias terapêuticas locais. Segundo a secretária-adjunta da Semusa, Mariana Prado, a medida é essencial para evitar formas graves da doença e interromper a cadeia de transmissão de maneira mais ágil.

Estratégia nacional e cooperação técnica

Entre os dias 6 e 8 de abril, Porto Velho também sediou uma oficina técnica focada no enfrentamento do Plasmodium falciparum, a variante mais grave da malária. O evento contou com a participação de técnicos do Ministério da Saúde e da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) para capacitação das equipes municipais.

De acordo com o coordenador do Ministério da Saúde, Alexander Vargas, a combinação de diagnóstico rápido e início imediato do tratamento é a chave para o sucesso da operação. As ações coordenadas em Porto Velho fazem parte da meta nacional de eliminar a malária como problema de saúde pública até o ano de 2035.

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