Polícia Federal prende operadores financeiros do Comando Vermelho

Operação Red Fox desarticula esquema de lavagem de dinheiro usado para financiar o tráfico de drogas e armas em diversos estados do país.

Fonte: Agência Brasil - 20

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Polícia Federal prende operadores financeiros do Comando Vermelho
ilustrativa © PF/Divulgação

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  • Operação Red Fox da Polícia Federal e Gaeco/MPF prendeu quatro integrantes do Comando Vermelho envolvidos em lavagem de dinheiro.
  • Dois suspeitos foram detidos no Suriname e presos em Belém, e outros dois no Rio de Janeiro e em Tabatinga (AM).
  • A Justiça Federal bloqueou bens de até quase 500 milhões de reais e identificou uso de empresas de fachada, laranjas e PIX.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Uma ação da Polícia Federal, realizada neste fim de semana, resultou na prisão de integrantes do Comando Vermelho (CV) responsáveis pela movimentação, ocultação e dissimulação de recursos ilícitos. O grupo atuava financiando a compra de drogas no exterior e a aquisição de armas de fogo de uso restrito para abastecer a facção no Rio de Janeiro e em outras regiões.

Dois investigados foram detidos no Suriname, em cooperação internacional, sendo deportados para o Brasil e presos em Belém, no Pará. Um deles movimentou mais de 150 milhões de reais durante as investigações, atuando na região de fronteira. A outra, uma mulher, é apontada como operadora logística e financeira, com deslocamentos frequentes ao Suriname que coincidiam com movimentações suspeitas.

Em território nacional, outros dois homens foram presos: um no Rio de Janeiro, suspeito de pulverizar recursos ilícitos através de contas pessoais e empresariais, e outro em Tabatinga (AM), responsável por uma empresa que facilitava o fluxo financeiro na região amazônica.

A Operação Red Fox, realizada em conjunto com o Gaeco/MPF, cumpriu quatro mandados de prisão preventiva. A investigação revelou que a organização utilizava empresas de fachada, laranjas, transferências via PIX e depósitos fracionados para esconder a origem do dinheiro.

A 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro autorizou o bloqueio, sequestro e indisponibilidade de bens de até quase 500 milhões de reais. A medida visa atingir a capacidade econômica da facção, impedindo a dissipação de patrimônio e interrompendo o financiamento de atividades ilícitas.

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