Operação Três Eixos combate crimes ambientais em Terra Indígena de Rondônia

Ação integrada entre Polícia Federal, Ibama, Funai e Exército flagrou extração ilegal de madeira; caminhões foram apreendidos e maquinário inutilizado em área protegida.

Fonte: PF - 20

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Operação Três Eixos combate crimes ambientais em Terra Indígena de Rondônia

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  • Polícia Federal deflagrou a Operação Três Eixos nesta sexta (24) para combater crimes ambientais em Rondônia, com apoio de Ibama, Funai e Exército.
  • Três caminhões com madeira extraída ilegalmente foram encontrados na Terra Indígena Igarapé Ribeirão; um foi inutilizado e dois destinados a órgãos públicos.
  • Responsáveis responderão por crimes ambientais e patrulhamento foi intensificado, enquanto seguem investigações sobre financiadores e serrarias envolvidas.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (24), a Operação Três Eixos, uma ofensiva estratégica para combater crimes ambientais em Rondônia. A ação ocorreu de forma integrada com o Ibama, a Funai e o Exército Brasileiro, concentrando esforços na repressão à exploração ilegal de recursos naturais e invasões de terras protegidas. O foco principal das diligências foi a Terra Indígena Igarapé Ribeirão, região que vem sofrendo com o desmatamento persistente.

Durante as incursões no interior da reserva, as equipes localizaram três caminhões carregados com madeira extraída ilegalmente. Os veículos eram utilizados pelos criminosos para o escoamento do material florestal retirado da área de preservação. Devido às dificuldades logísticas e para evitar que voltassem a ser usados em atividades ilícitas, um dos caminhões foi inutilizado pelos agentes no próprio local, seguindo os protocolos previstos em leis ambientais.

Os outros dois veículos apreendidos, que apresentavam condições de rodagem, foram removidos e destinados para o uso de órgãos públicos. A operação visa não apenas interromper o fluxo financeiro do crime ambiental, mas também garantir a proteção da biodiversidade e a segurança das comunidades indígenas da região. O patrulhamento na área foi intensificado para identificar novos pontos de invasão e extração de madeira nobre.

Os responsáveis pelas atividades ilegais identificados durante a operação poderão responder por diversos crimes, incluindo receptação de produto florestal ilícito, usurpação de bens da União e dano ambiental. A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar os financiadores do esquema e as serrarias que receberiam a carga. O esforço conjunto das instituições reforça a presença do Estado em áreas críticas de conservação em Rondônia.

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