Agressão com leite quente em escola gera revolta

Estudante denuncia ataque e racismo em escola estadual de Sorocaba; caso ocorreu em 2025 e repercutiu após cobrança por providências

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul - 44

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Agressão com leite quente em escola gera revolta
Crédito: Deposit Photos

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  • Estudante da rede estadual em Sorocaba denunciou agressão física e racismo dentro da Escola Estadual Joaquim Izidoro Marins.
  • A Seduc afirma ter acionado o Conselho Tutelar, realocado os envolvidos e oferecido acolhimento e apoio psicológico à vítima.
  • A Secretaria da Segurança Pública foi acionada para informar sobre possível investigação e ainda não respondeu, prometendo retorno até 6.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Uma estudante da rede estadual denunciou ter sido vítima de agressão física e racismo dentro da Escola Estadual Joaquim Izidoro Marins, em Sorocaba. Segundo o relato, dois colegas teriam jogado leite quente no rosto da aluna.

A denúncia foi formalizada em outubro de 2025, mas o caso ganhou repercussão recentemente nas redes sociais. Usuários passaram a cobrar explicações sobre as providências adotadas pelas autoridades.

A unidade escolar atende alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio, com faixa etária entre 11 e 18 anos.

Em nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc) afirmou que repudia qualquer forma de discriminação e informou que adotou medidas administrativas após tomar conhecimento do caso. Entre as ações, estão o acionamento do Conselho Tutelar e a realocação dos estudantes apontados como envolvidos. A pasta, no entanto, não detalhou como essa realocação foi feita.

A Seduc também informou que a estudante e seus responsáveis foram acolhidos e que houve oferta de apoio psicológico. Segundo o órgão, foram intensificadas ações de prevenção e enfrentamento ao racismo na escola, mas sem especificar quais medidas foram adotadas.

“A direção da escola e a Unidade Regional de Ensino de Sorocaba reafirmam seu compromisso com políticas públicas antirracistas e permanecem à disposição da comunidade para mais esclarecimentos”, diz o comunicado.

A reportagem procurou a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) para saber se há investigação em andamento. Até o momento, não houve retorno. Em mensagem, o órgão informou que precisa de mais tempo para se manifestar e que deve enviar resposta até segunda-feira (6). O espaço segue aberto.

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