ONDE SE FALA DE MARIA, E DOS LOBOS QUE VIVEM NO TEMPLO

Artigo reflete sobre a devoção mariana, a importância da formação religiosa e alerta para a presença de falsos líderes que utilizam a fé para interesses pessoais.

Fonte: Humberto Pinho da Silva - 50

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ONDE SE FALA DE MARIA, E DOS LOBOS QUE VIVEM NO TEMPLO
Imagem gerada por IA.

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  • O texto explica que Maria é uma só, Mãe de Jesus, com diversas invocações como Fátima, Lourdes e Aparecida.
  • Diferencia-se a veneração aos santos (dulia) da especial veneração a Maria (hiperdulia), criticando equívocos de linguagem e culto.
  • O autor critica falsos profetas e ideologias nas igrejas e defende formação catequética para discernir o bem do mal.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Estando em Viana do Castelo, em veraneio, assisti a curiosa e instrutiva homilia. O sacerdote, tentava explicar, cautelosamente, que Maria é uma só – A Mãe de Jesus.

As invocações, os santuários, festas e romarias a Nossa Senhora de…; não significam que haja várias, mas uma, com diversas denominações.

Escuto agora, após a monumental peregrinação a Fátima, dizer: ” Tenho muita devoção a nossa Senhora de Fátima!”

Saberá, quem o disse, que deveria dizer: “Sou devoto de Maria.”; seja a de Fátima, de Lurdes, Aparecida ou do Brasil.

Muitos asseveram: que prestam culto a Nossa Senhora. Ora a Maria: presta-se – adoração – pela santidade e por ser a Mãe de Jesus.

A Veneração a santos – não a imagens, – melhor seria, aos contemporâneos, expor só fotografias. A veneração aos santos, chamamos: dulia; à Mãe de Jesus: hiperdulia.

Devemos evangelizar os infiéis, e – cristianizar os cristãos: para serem profetas esclarecidos, e aptos a diferenciarem o trigo do joio: dos que se servem do ambone, para tosquiarem as ovelhas, e dos que servem do púlpito, para servir o Senhor.

Falsos profetas e marombistas, pululam nas Igrejas, como lobos famintos, para obterem ascensão social e financeiro.

Não costumam pregar o Evangelho; nem ensinar a doutrina de Jesus; mas apenas, espalhar ideologias perniciosas, e divulgar o que o povo quer e gosta de ouvir.

Vamos à escola para aprendermos a sobreviver na sociedade, que criamos. Do mesmo modo devemos ir à catequese ou à escola dominical, para discernir: o bem do mal, – do maligno, espalhado pelos meios de comunicação social, e transmitido, em catadupas.

A porta do templo está aberta, até os cachorros entram… Por isso vegetam, também por lá, de fisionomia seráfica, “peixinhos vermelhos”, que nadam, na pia de água-benta!

Quiçá, mais entre católicos, que nos evangélicos, porque estes não costumam usarem água-benta…

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