Destino da Pele revisita racismo na Amazônia

Destino da Pele, curta de Marcela Bonfim em Guajará-Mirim, revisita memórias de mulheres negras e expõe marcas do racismo na Amazônia com reencontro simbólico.

Fonte: Comunicação Cultura - 50

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Destino da Pele revisita racismo na Amazônia

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  • O curta Destino da Pele, ambientado em Guajará-Mirim, retrata o reencontro de Tereza com alguém ligado a episódios de racismo na infância.
  • A obra aborda racismo estrutural, racismo fenotípico, solidão afetiva e reconstrução identitária de mulheres negras na região amazônica.
  • Filmado no Vale do Guaporé, com participação de moradores, o filme estreou na Mostra Amazônia Negra e circula em festivais pelo país.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O curta Destino da Pele revisita racismo na Amazônia ao retratar, em Guajará-Mirim, uma história de reencontro que expõe feridas profundas do racismo estrutural e da memória afetiva de mulheres negras na região amazônica.

O filme Destino da Pele acompanha Tereza, uma mulher negra retinta e benzedeira, cuja rotina de cuidado espiritual é interrompida por um reencontro inesperado com alguém do passado. A narrativa, situada em Guajará-Mirim, transforma o cotidiano em espaço de confronto entre memória e dor.

Em Destino da Pele, o passado retorna de forma abrupta quando a protagonista se depara com um antigo colega de infância ligado a episódios de racismo vividos na escola. A obra, inspirada em fatos reais, utiliza esse reencontro para revisitar experiências de exclusão e violência simbólica.

Destino da Pele revisita racismo na Amazônia

O curta Destino da Pele destaca ainda a força das vivências femininas negras, abordando temas como racismo fenotípico, solidão afetiva e reconstrução identitária. A personagem Tereza representa trajetórias atravessadas por silêncios históricos e pela resistência cotidiana.

Filmado no Vale do Guaporé, o projeto conecta o enredo à história da ocupação negra na região amazônica, reforçando o vínculo entre território e memória. Moradores de Guajará-Mirim participaram da produção, ampliando a relação entre a ficção e a realidade local.

Lançado na Mostra Amazônia Negra, o curta Destino da Pele inicia circulação em festivais pelo país, propondo uma reflexão sobre dor, perdão e transformação. A diretora Marcela Bonfim destaca o cinema como ferramenta de escuta e ressignificação de experiências históricas.

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