Uma startup dos Estados Unidos, chamada Operation Bluebird, entrou com petição no Escritório de Marcas e Patentes dos EUA (USPTO) para recuperar os direitos sobre a marca Twitter e o termo “tweet”, hoje pertencentes à X Corp, empresa controlada por Elon Musk.
O argumento do grupo é que houve abandono intencional da marca. A gestão de Musk teria descontinuado a identidade visual do pássaro azul e os termos associados, abrindo espaço para a startup criar uma nova plataforma.
Caso a petição seja aprovada, a Operation Bluebird pretende lançar a nova rede social no domínio twitter.new, com protótipo já funcional. A previsão de lançamento é final de 2026, incluindo a possibilidade de reserva de nomes de usuário antecipadamente.
O projeto é liderado por Stephen Coates, ex-conselheiro geral do Twitter, e pelo advogado Michael Peroff, que destacam que outras alternativas surgidas após a mudança para “X” — como Bluesky, Mastodon e Threads — não conseguiram replicar o sucesso da antiga rede social.
A startup também critica a gestão de Musk em relação à moderação de conteúdo, apontando que a abordagem de liberdade de expressão quase irrestrita teria afastado anunciantes. A nova rede aposta em ambiente mais seguro para empresas e usuários, tentando resgatar a experiência da antiga plataforma.
Especialistas em propriedade intelectual afirmam que a disputa pelo nome pode ser difícil. A X Corp pode argumentar que o uso atual da marca antiga não é simbólico ou que há planos de retomar o nome Twitter. Por outro lado, declarações de Musk sobre abandono do nome podem favorecer a startup. Até o momento, nem Elon Musk nem a X Corp comentaram sobre a ação.
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