Briga entre bolivianas por fornecedor de abacaxis termina em lesão na Feira Municipal de Guajará-Mirim

Discussão na região central do município na tarde desta sexta-feira envolveu arremesso de frutas, uso de pedra e faca, além de atendimento médico com cinco pontos de sutura.

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Uma discussão entre duas mulheres de nacionalidade boliviana terminou em agressões e lesões corporais no início da tarde de ontem na Feira Municipal de Guajará-Mirim, localizada na Avenida Antônio Corrêa da Costa, na região central do município. A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência de agressão física e, ao chegar ao local, encontrou uma grande aglomeração de pessoas, iniciando a apuração dos fatos por meio dos relatos das envolvidas e de testemunhas. Conforme as informações levantadas, o desentendimento começou entre uma mulher de trinta e sete anos e outra de trinta e três anos, supostamente por causa de uma perda econômica relacionada a um fornecedor de abacaxis.

Segundo a versão da mulher de trinta e sete anos, durante a discussão a outra envolvida teria arremessado um abacaxi em sua direção, atingindo seu ombro e provocando uma lesão na testa, momento em que afirmou ter reagido lançando outro abacaxi que atingiu a região da orelha da oponente. Por sua vez, a mulher de trinta e três anos relatou que, após o arremesso da fruta, a rival teria pegado uma pedra e desferido um golpe contra ela, além de portar uma faca usada para cortar a coroa dos abacaxis comercializados. Ela alegou ainda que a arma branca teria sido mantida nas mãos da outra mulher por receio de familiares presentes, servindo como forma de proteção.

Com o impacto, a mulher de trinta e três anos sofreu um ferimento na orelha com sangramento, sendo socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Municipal Perpétuo Socorro, onde recebeu cinco pontos de sutura. Uma testemunha também relatou prejuízo material com a perda de três abacaxis durante a confusão. Diante dos fatos e das versões divergentes, a ocorrência foi registrada como lesão corporal com a confecção de um Termo Circunstanciado de Ocorrência, sendo as partes orientadas e liberadas após os trâmites legais na delegacia, com a suposta autora cientificada a comparecer perante o Poder Judiciário.

 

Com informações de O Mamoré

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