Ex-servidor público tem prisão preventiva decretada após invadir casa da mãe em RO

Acusado descumpriu medida protetiva ao derrubar portão de residência com o próprio carro; Ministério Público recorreu da decisão que o mantinha em liberdade.

Fonte: Francisco Rodrigo

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Ex-servidor público tem prisão preventiva decretada após invadir casa da mãe em RO

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  • Ex-servidor de 44 anos, preso em flagrante no domingo (11) em Vilhena por invadir a casa da mãe com uma VW Saveiro, teve a liberdade provisória revogada.
  • O Ministério Público de Rondônia recorreu, e a Justiça decretou prisão preventiva, apontando a gravidade do crime, o descumprimento de medidas protetivas e o risco às vítimas.
  • O mandado de prisão preventiva foi cumprido nesta sexta-feira (17), garantindo o retorno do acusado ao sistema prisional.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O ex-servidor da justiça de 44 anos, preso no último domingo (11) em Vilhena após invadir a casa da mãe com uma picape, retornou à prisão nesta sexta-feira (17). Após ter sido liberado no dia seguinte ao flagrante com uso de tornozeleira eletrônica, o homem teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, que acolheu o recurso apresentado pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO).

O crime ocorreu quando o acusado, ao notar o carro de sua irmã estacionado na casa da mãe, de 63 anos, lançou sua picape VW Saveiro contra o portão de metal da residência. O impacto destruiu a estrutura e a derrubou. As vítimas, que já possuíam medidas protetivas de urgência vigentes contra o homem, ficaram trancadas no interior do imóvel em estado de choque e pânico.

Após o primeiro impacto, o acusado deixou o local, mas retornou logo em seguida para invadir o quintal com o veículo. Segundo o relato das vítimas aos policiais militares, o homem proferiu ofensas contra a mãe, culpando-a por sua situação financeira atual. Ele também teria ameaçado um amigo da família que prestava suporte às mulheres no momento da ocorrência.

No ato da prisão em flagrante, o acusado tentou alegar que apenas consertaria o portão e negou a intenção criminosa. Durante os procedimentos na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), ele chegou a passar mal e precisou ser encaminhado ao Hospital Regional para atendimento médico.

A liberdade provisória concedida inicialmente foi contestada pelo Ministério Público. No recurso, o órgão ministerial destacou a gravidade da conduta, o descumprimento deliberado das ordens judiciais e o risco à integridade física das vítimas. Com a nova decisão judicial, o mandado de prisão preventiva foi cumprido nesta sexta-feira, garantindo o retorno do acusado ao sistema prisional.

 

Com informações de Folha do Sul

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