Ameaças entre alunas mobilizam PM em escola de RO

Grupo de adolescentes é levado à delegacia após episódios de intimidação e declarações sobre suposto envolvimento com facção criminosa.

Fonte: Folha do Sul - 20

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Ameaças entre alunas mobilizam PM em escola de RO

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  • Polícia Militar foi acionada na Escola Estadual Wilson Camargo, em Vilhena, na terça-feira (26), por ameaça envolvendo quatro adolescentes.
  • Uma aluna de 13 anos foi ameaçada de agressão por colega que disse pertencer a organização criminosa, gerando temor na comunidade escolar.
  • As envolvidas foram encaminhadas à Unisp com acompanhamento do Conselho Tutelar, e autoridades estudam apoio pedagógico e psicológico.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Uma ocorrência de ameaça na Escola Estadual Wilson Camargo, situada na região central de Vilhena, mobilizou uma guarnição da Polícia Militar na terça-feira (26). Ao chegarem ao local, os agentes encontraram um conflito envolvendo quatro adolescentes, com idades entre 13 e 15 anos. Segundo a direção da instituição, o episódio foi motivado por uma rixa antiga, que culminou em ameaças físicas direcionadas à aluna mais nova do grupo.

De acordo com o depoimento da vítima, a adolescente apontada como líder das agressões verbais afirmou que a surraria ao final do expediente escolar. A agressora justificou a ameaça alegando ter sido ofendida pela colega. A situação escalou quando a estudante denunciada afirmou, tanto para a vítima quanto para professores, pertencer a uma organização criminosa e ameaçou atacar outros presentes no ambiente escolar. As declarações geraram um clima de temor e insegurança entre alunos e funcionários da escola.

Após o registro do caso, todas as adolescentes envolvidas foram encaminhadas à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) para prestar esclarecimentos. A ocorrência foi acompanhada pelo Conselho Tutelar, órgão responsável por garantir os direitos das menores e auxiliar na condução de medidas socioeducativas ou de proteção, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O incidente reforça a necessidade de ações voltadas à mediação de conflitos dentro das unidades de ensino. A escola, ao identificar o risco, seguiu o protocolo de acionamento das forças de segurança para preservar a integridade física da comunidade escolar. As autoridades agora avaliam a necessidade de acompanhamento pedagógico e psicológico para as alunas envolvidas, visando evitar a reincidência de episódios de violência e intimidação no espaço escolar.

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