O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, a revogação de mais de 100 mil vistos desde o início da atual gestão de Donald Trump. O número representa um marco na política migratória da Casa Branca, que implementou processos de triagem mais severos e uma fiscalização contínua sobre estrangeiros em solo norte-americano.
Entre os documentos cancelados, destacam-se cerca de 8 mil vistos de estudante e 2,5 mil vistos especializados. As principais justificativas apresentadas pelo governo para as revogações incluem a permanência excessiva no país além do prazo permitido e infrações legais, como dirigir sob influência de álcool, roubos e agressões.
O governo também adotou diretrizes que permitem a deportação de portadores de vistos e residentes permanentes por motivos ideológicos e de política externa. Autoridades indicaram que críticas à conduta de Israel ou apoio a causas palestinas podem ser interpretados como ameaças, sujeitando os indivíduos à perda do direito de permanência no país.
Para sustentar essa operação, foi criado o Centro de Verificação Contínua, focado em monitorar o cumprimento das leis por estrangeiros. O porta-voz do departamento informou que o volume de revogações subiu 150% em relação a 2024, consolidando a estratégia de deportações em massa e vigilância rigorosa de redes sociais dos candidatos a entrada nos EUA.











































