Primeira Turma julga recursos do Núcleo 3, formado por “kids pretos” e um policial federal; penas chegam a 24 anos por crimes contra o Estado Democrático.
O procurador-geral Paulo Gonet afirma que a unidade prisional possui estrutura médica completa; defesa alegava necessidade de cuidados especiais de saúde.
A magistrada considerou a gravidade do crime e o risco à integridade da vítima para negar o pedido de liberdade de L.C.A., preso desde dezembro de 2025.
Denúncia do MPRO aponta motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa no assassinato da professora Juliana Mattos, em instituição de ensino da capital.
Estudantes se reuniram com velas e cartazes para honrar a memória da docente assassinada por um acadêmico, cobrando justiça e segurança nas instituições.
Plenário decide por unanimidade suspender Marco Buzzi das funções; magistrado perde direito a carro oficial e gabinete enquanto sindicância é realizada.
A morte da professora e escrivã Juliana de Matos Lima Santiago expõe, mais uma vez, a ferida aberta da violência contra as mulheres e o preço cruel que muitas ainda pagam por exercer o direito de escolher.
Líderes de turma de Direito da FIMCA e da Metropolitana se manifestam com respeito e responsabilidade, pedem justiça pela morte de Juliana e defendem medidas de segurança, protocolos claros e ambulatório no campus.
Supremo decide por unanimidade que prática pode gerar punição dupla, com responsabilização eleitoral e cível para campanhas com recursos não declarados.
A Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro deu prazo de cinco dias para que o ex-goleiro Bruno Fernandes compareça ao Conselho Penitenciário e regularize sua situação no livramento condicional, sob risco de nova prisão.
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