A deputada estadual Dra. Taíssa (Podemos) intensificou, nesta quarta-feira (4), as cobranças ao Governo de Rondônia devido às falhas recorrentes no número de emergência 193. A atuação da parlamentar foca na região do Madeira Mamoré, especificamente em Guajará-Mirim, onde instabilidades no sistema de comunicação têm dificultado o acionamento do Corpo de Bombeiros em casos críticos.
O problema central, segundo a deputada, é o direcionamento das chamadas para uma central em Porto Velho. Quando o sistema apresenta instabilidade, as ocorrências de cidades do interior, como Guajará-Mirim, sequer são registradas, impedindo o deslocamento das equipes locais. “Dra. Taíssa destacou que um serviço precário como este pode custar vidas e defende que o atendimento seja descentralizado”, afirmou a assessoria da parlamentar.
Indicações parlamentares e fiscalização
Como medida imediata, a deputada protocolou duas indicações formais (15518/26 e 15516/26) direcionadas ao Poder Executivo e à Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec). Os documentos exigem informações detalhadas sobre a operacionalidade dos números 190 e 193 em todo o estado, além da adoção de soluções urgentes para sanar as quedas de sinal.
Durante visita ao quartel local, o comando do Corpo de Bombeiros relatou que, em casos recentes, houve tentativa de atendimento, mas problemas de comunicação e endereços inconsistentes dificultaram a ação. Para Dra. Taíssa, isso reforça a necessidade de uma linha direta e funcional para a região, garantindo que o chamado entre no sistema sem depender exclusivamente da capital.
Compromisso com a segurança pública
A parlamentar anunciou que não cessará as cobranças até que o serviço de emergência seja normalizado. Estão previstas reuniões com o alto comando da segurança pública estadual para discutir investimentos em infraestrutura de rede e telefonia para as unidades do interior.
Dra. Taíssa lamentou os transtornos causados às famílias que ficaram sem assistência no último final de semana e reafirmou seu papel fiscalizador. “Vamos mandar quantas indicações forem necessárias. Uma vida perdida não pode ser tratada como algo normal”, declarou a deputada, reforçando que a segurança e o atendimento rápido são direitos fundamentais de todos os rondonienses.










































