Motorista de aplicativo preso por suspeita de estupro é liberado após câmeras internas provarem inocência

Condutor de vinte e sete anos apresentou gravações de áudio e vídeo que descartaram violência e ameaça durante corrida na capital.

Fonte: Francisco Rodrigo

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Motorista de aplicativo preso por suspeita de estupro é liberado após câmeras internas provarem inocência
ilustrativa

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  • Motorista de aplicativo de 27 anos, preso após acusação de estupro por passageira de 22 anos, negou o crime na manhã de 20 de julho de 2026.
  • Gravações de áudio e vídeo do sistema de segurança do veículo foram analisadas pela autoridade policial, que não encontrou elementos que corroborassem a acusação, resultando na não ratificação da prisão em flagrante e na libertação do motorista.
  • A Polícia Civil segue investigando o caso, incluindo análise de imagens do estabelecimento e possível enquadramento da passageira por denunciação caluniosa caso a falsa denúncia seja comprovada.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O motorista de aplicativo de vinte e sete anos que havia sido preso após ser acusado de estupro por uma passageira de vinte e dois anos voltou a negar veementemente a prática de qualquer crime na manhã desta segunda-feira, 20 de julho de 2026. O profissional destacou que as gravações de segurança obtidas pelo sistema de monitoramento interno de seu veículo foram fundamentais para comprovar sua inocência e esclarecer os fatos às autoridades policiais.

A ocorrência ganhou grande repercussão após a passageira procurar uma unidade da Polícia Militar alegando ter sido conduzida contra a sua vontade para um motel, onde teria sido obrigada a manter relações sexuais. Localizado por equipes militares do nono batalhão, o motorista foi imediatamente conduzido ao Departamento de Flagrantes. Em seu depoimento inicial, ele confirmou a ocorrência da relação sexual, mas sustentou desde o primeiro momento que o ato aconteceu de maneira totalmente consensual entre as partes.

Durante a elaboração do procedimento na delegacia, o condutor apresentou os arquivos de áudio e vídeo capturados pelas lentes de segurança do automóvel. A autoridade policial analisou o material detalhadamente e concluiu que não havia nenhum elemento que corroborasse a acusação de estupro, uma vez que as imagens e os sons não registraram atos de violência, coação física ou ameaça. Diante da comprovação material, a prisão em flagrante não foi ratificada e o trabalhador acabou sendo colocado em liberdade.

Em entrevista, o motorista desabafou sobre o período em que permaneceu detido e reforçou sua confiança na justiça. Ele afirmou que sempre acreditou que a verdade viria à tona e criticou o impacto da falsa acusação em sua reputação. A Polícia Civil segue investigando o caso para esgotar todas as diligências, incluindo a requisição das imagens de segurança do estabelecimento onde o casal esteve e a anexação oficial dos arquivos do veículo ao inquérito. O procedimento também avalia a possível tipificação do crime de denunciação caluniosa por parte da passageira, caso fique cabalmente comprovado que a denúncia foi falsa.

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