A recente agressão a um cão comunitário em Florianópolis reacendeu o debate sobre a importância de educar crianças e adolescentes para o respeito aos animais. Organizações não governamentais e o poder público em São Paulo apostam em programas educativos como solução.
O instituto Ampara Animal lançará a campanha “Quebre o Elo”, destacando que a violência contra bichos costuma ser um alerta para futuras agressões contra humanos. A diretora Rosângela Gerbara defende uma educação que abandone a visão do animal como objeto.
No Distrito Federal, a ONG Toca Segura promove visitas familiares para que crianças entendam que os animais são seres sencientes, capazes de sentir medo e alegria. O convívio supervisionado ensina responsabilidade e ajuda a superar traumas e medos.
Em São Paulo, o programa municipal “Superguardiões” recebe grupos escolares para visitas mediadas. Outro projeto inovador, o “Leituras”, incentiva crianças em fase de alfabetização a lerem histórias para cães e gatos, tornando os animais mais dóceis para adoção.
A adoção responsável exige planejamento familiar, considerando tempo, espaço e custos. O exemplo dos adultos no trato com animais comunitários é apontado como a ferramenta mais eficaz para formar cidadãos mais empáticos e menos violentos.









































