O ex-presidente Bill Clinton e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton confirmaram que irão depor na investigação parlamentar sobre o caso Jeffrey Epstein. A decisão ocorre em meio a uma ofensiva da Câmara dos Deputados, atualmente sob liderança republicana.
O acordo para o depoimento pode paralisar uma votação de desacato que estava prevista contra os dois líderes democratas. O Departamento de Justiça dos EUA liberou recentemente milhões de documentos que detalham os vínculos do criminoso sexual com figuras influentes.
Anteriormente, os Clintons haviam se recusado a comparecer pessoalmente, alegando que a comissão agia por motivação política partidária. O porta-voz do casal afirmou que eles pretendem colaborar sob juramento, visando estabelecer um precedente de transparência institucional.
A relação de Bill Clinton com Epstein, que inclui viagens no avião particular do financista no início da década de 2000, é um dos pontos centrais do inquérito. O ex-presidente nega ter tido conhecimento das atividades ilícitas praticadas pelo criminoso.
O deputado James Comer, presidente da Comissão de Supervisão, informou que ainda busca esclarecer os termos exatos do acordo e definir as datas dos depoimentos. A investigação continua a analisar o impacto social e político das redes de influência de Epstein.









































