Milhões de famílias de baixa renda em todo o país já começaram a sentir no bolso os efeitos do novo desconto social na conta de luz. A medida entrou em vigor no início do ano e beneficia consumidores inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) com renda mensal per capita entre meio e um salário-mínimo.
O desconto social na conta de luz garante abatimento médio de 11,8% na tarifa de energia elétrica para famílias cujo consumo mensal seja de até 120 kWh. O benefício é aplicado automaticamente para quem está com o CadÚnico atualizado, sem necessidade de solicitação adicional às concessionárias.
Alívio imediato no orçamento familiar
Segundo o Ministério de Minas e Energia, a expectativa é que cerca de sete milhões de famílias sejam alcançadas pelo novo desconto social na conta de luz. A iniciativa busca reduzir o impacto das despesas básicas no orçamento doméstico e assegurar o acesso contínuo à energia elétrica.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que a medida reforça a política de inclusão energética. Para ele, o desconto representa um avanço na proteção social e garante que famílias vulneráveis não fiquem excluídas de um serviço essencial.
Reforma do setor elétrico amplia benefícios
O novo desconto social integra a reforma do setor elétrico e foi criado para atender consumidores que não se enquadram nos critérios de gratuidade do programa Luz do Povo. Desde julho de 2025, o programa já beneficiou mais de 17 milhões de famílias brasileiras.
Atualmente, o Luz do Povo assegura gratuidade no consumo de até 80 kWh por mês para famílias inscritas no CadÚnico com renda per capita de até meio salário-mínimo. O benefício também contempla indígenas, quilombolas, idosos com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência atendidas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Impacto social e relevância atual
Com o novo desconto social na conta de luz, o governo amplia o alcance das políticas públicas voltadas à redução das desigualdades e à garantia de direitos básicos. Em um cenário de custos elevados de vida, a medida ganha relevância imediata ao aliviar despesas fixas e fortalecer a segurança energética das famílias brasileiras.










































