Relato sensível e histórico sobre a subida ao Monte Roraima, unindo memória, pesquisa e emoção para manter viva a trajetória de Rondon e a identidade amazônica.
Reencontro com o ex-aluno Daniel Pitt Bull destaca a importância da educação, da memória rondoniense e da valorização da história como base para uma atuação pública mais consciente e responsável.
O pesquisador e historiador Prof. Dr. Lourismar Barroso percorreu 120 quilômetros a pé e refez, após quase um século, a última grande jornada de Rondon até o Tepuy Roraima.
Relíquia atribuída ao marechal Rondon é preservada há gerações em comunidade indígena de Roraima e integra pesquisa histórica conduzida por estudioso de Rondônia
O reencontro entre o professor Lourismar Barroso e seu ex-aluno, hoje Tenente-Coronel Miranda, revela a força da educação, o valor do tempo e a emoção de ver um jovem tornar-se líder na segurança pública de Rondônia.
Uma fortaleza entre tratados e territórios: o Real Forte Príncipe da Beira como símbolo da presença portuguesa e das disputas geopolíticas na fronteira amazônica do Brasil colonial.
A ofensiva contra civis despertou comoção e levou o Brasil, único país da América do Sul a enviar tropas para o front europeu, a declarar guerra à Alemanha e à Itália em 1942.
As trocas ministeriais revelam um governo perdido em sua própria armadilha, num constante processo de reconfiguração, pressionado por coalizões partidárias e pela necessidade de manter uma base sólida no Congresso Nacional.
O menino Cândido passou a ser criado pelos avós maternos, com quem aprendeu a abalar passarinhos, cavalgar, nadar nos rios e tudo que uma criança do sertão deveria aprender.
Ao visitar o local, os visitantes encontram uma ambientação que remonta ao período das missões jesuíticas, com destaque para uma majestosa igreja e casarios coloniais, que ajudam a reconstruir a atmosfera da época.
Diante da fronteira da Capitania de Mato Grosso com a Espanha, a possibilidade da construção dessa fortaleza, estava relatada na ata de fundação do Real Forte Príncipe da Beira, assinada pelo governador e Capitão General da Capitania de Mato Grosso Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres.
Na sepultura, constatei a presença de outros restos mortais, como de sua esposa e filhas, sendo informado que a neta Elizabet Aracy Rondon era quem cuidava do zelo e manutenção da sepultara do avô.