O amor desse patriota supera em valor de inteligência, não pela sua ciência, mas por sua devoção à Pátria e à Humanidade que penetrou no Panteon da Imortalidade…
Lembramos que o engenheiro escolhido para concluir a obra não estava só nessa empreitada, mas contava com o trabalho de militares, negros escravos e forros como auxiliares de engenharia.
A matéria prima utilizada para a construção do Real Forte Príncipe da Beira, quase todas foram encontradas no próprio local da construção, com exceção do ferro que veio da capitania de Mato Grosso e parte da pedra cal veio da capitania do Grão-Pará e Mato Grosso.
Nosso personagem vamos chamar de LUIZ que nasceu no seringal de 3 casas (Amazonas) no dia 21 de junho de 1937. Seu pai de origem nordestina, região de Crateús, seu avô de Pentecostes.
O projeto foi se concretizando ainda no transcurso da viagem feita por Luiz de Albuquerque para a Capitania de Mato Grosso, que em busca de um local estratégico, queria que a fortificação a ser construída atendesse aos imperativos militares e políticos de Portugal.
As discussões em torno do Diretório do índio envolviam sempre questões sobre liberdade, trabalho, escravidão, catequização e as consequências para a colonização do Brasil e para a Coroa portuguesa.