Análise do relatório sobre livre comércio será retomada no dia 24 de fevereiro; proposta prevê redução de tarifas e deve seguir para o Plenário da Câmara.
O presidente brasileiro oficializou o despacho para que parlamentares analisem o tratado que cria a maior zona de livre comércio do mundo, abrangendo 720 milhões de pessoas.
Governo brasileiro e bloco europeu reconhecem equivalência legal no tratamento de informações, facilitando o comércio digital e garantindo direitos aos cidadãos.
O acordo encerra duas décadas de negociações e visa fortalecer o mercado comum entre os dois blocos; a medida surge como estratégia de proteção contra a instabilidade econômica dos Estados Unidos.
O governo espanhol propôs a criação de uma força de defesa conjunta da União Europeia para garantir a soberania do bloco e responder a pressões externas dos EUA.
O Ministério das Relações Exteriores acompanha a decisão do Parlamento Europeu de enviar o tratado ao Tribunal de Justiça, medida que pode paralisar a integração comercial.
A decisão de enviar o tratado para análise do tribunal superior do bloco pode atrasar a implementação em até dois anos e atende a pressões de produtores rurais franceses.
Representantes da ilha agradeceram a postura de nações que mantêm suporte contra as pressões e ameaças de tarifas comerciais impostas pelo governo dos Estados Unidos.
Líderes de ambos os blocos destacam que a nova área de livre comércio será a maior do mundo, conectando 700 milhões de pessoas e promovendo a estabilidade global.
O tratado assinado no Paraguai deve elevar de 8% para 36% o alcance das exportações brasileiras nas importações mundiais, impulsionando a indústria e o agronegócio.
O documento será formalizado neste sábado em Assunção e cria a maior zona de livre comércio do mundo, integrando um mercado consumidor de 720 milhões de pessoas.
A nova plataforma digital reúne dados estratégicos e cronogramas de redução de tarifas para orientar exportadores brasileiros após a assinatura do acordo histórico entre os blocos.
Os líderes se reuniram no Rio de Janeiro para destacar que a parceria comercial entre Mercosul e União Europeia promoverá o desenvolvimento sustentável e a geração de empregos.
Documento é essencial para acesso a benefícios tarifários do acordo Mercosul–União Europeia e para facilitar a entrada de produtos brasileiros no mercado europeu.