A ratificação encerra a última etapa legislativa no Brasil, criando uma das maiores zonas de livre comércio do mundo com mais de 700 milhões de consumidores.
Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, busca garantir vantagem comercial diante da oposição francesa; medida acelera redução de tarifas.
Vice-presidente Geraldo Alckmin prevê aprovação no Senado nas próximas semanas; governo prepara decreto de salvaguardas para proteger indústria nacional.
Análise do relatório sobre livre comércio será retomada no dia 24 de fevereiro; proposta prevê redução de tarifas e deve seguir para o Plenário da Câmara.
O presidente brasileiro oficializou o despacho para que parlamentares analisem o tratado que cria a maior zona de livre comércio do mundo, abrangendo 720 milhões de pessoas.
Governo brasileiro e bloco europeu reconhecem equivalência legal no tratamento de informações, facilitando o comércio digital e garantindo direitos aos cidadãos.
O acordo encerra duas décadas de negociações e visa fortalecer o mercado comum entre os dois blocos; a medida surge como estratégia de proteção contra a instabilidade econômica dos Estados Unidos.
O governo espanhol propôs a criação de uma força de defesa conjunta da União Europeia para garantir a soberania do bloco e responder a pressões externas dos EUA.
O Ministério das Relações Exteriores acompanha a decisão do Parlamento Europeu de enviar o tratado ao Tribunal de Justiça, medida que pode paralisar a integração comercial.
A decisão de enviar o tratado para análise do tribunal superior do bloco pode atrasar a implementação em até dois anos e atende a pressões de produtores rurais franceses.
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