Alto Comissário da ONU, Volker Türk, classifica ações norte-americanas no Caribe e Pacífico como inaceitáveis e violadoras do direito internacional de Direitos Humanos.
O IML do Rio de Janeiro identificou 100 das 121 vítimas da Operação Contenção, sendo 60 corpos liberados para sepultamento. Parlamentares criticam a falta de divulgação da lista de nomes por parte da Polícia Civil.
A demora na liberação e a falta de informação sobre a identificação dos corpos na Operação Contenção revolta familiares no Rio de Janeiro. O IML está dedicado exclusivamente à perícia dos 121 mortos.
A investigação federal no Rio de Janeiro foi solicitada por deputados e pela Alerj para apurar a megaoperação policial que deixou mais de 120 mortos. O pedido visa garantir uma perícia independente e maior transparência.
A Operação Contenção, considerada a mais letal da história do país com mais de 120 mortos, foi condenada por organizações como Instituto Sou da Paz e Justiça Global por reproduzir uma lógica violenta e desrespeitar os direitos humanos.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, manifestou profunda preocupação com as 119 vítimas da Operação Contenção e pediu uma apuração imediata e conforme as normas internacionais de direitos humanos.
Jurema Werneck, diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, afirma que a Operação Contenção, que deixou 119 mortos, é um fracasso para o Estado e exige a responsabilização das autoridades.
O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) se manifesta após a Operação Contenção, a mais letal da história do Rio, e pede ação policial com base em inteligência e direitos humanos.
Evento “Café Com a Rede” reuniu instituições públicas, empresas e sociedade civil para ampliar o suporte às ações da Casa Família Rosetta, que atua na reabilitação e acolhimento de pessoas com deficiência e dependência química.
Moradora do Complexo do Alemão, afirma que a cabeça de seu sobrinho, (19), foi decapitada e colocada em uma árvore por policiais durante a operação de terça-feira (28)
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, Dani Monteiro compara a Operação Contenção, com cerca de 120 mortes, ao Massacre do Carandiru e critica a falta de investigação prévia e o uso de câmeras corporais.
A Defensoria Pública da União (DPU) repudia a violência da Operação Contenção e destaca que o aumento da letalidade policial viola parâmetros do STF para ações em comunidades vulneráveis.
Um ensaio sobre a necropolítica contemporânea e o avanço da miserabilidade humana, onde o poder e o capital oprimem vidas inocentes, desfigurando os princípios do estado democrático e da dignidade humana.
A Justiça de Rondônia sentenciou o réu a 2 anos e 9 meses de reclusão por proferir ofensas de cunho racial contra a vítima em junho de 2023; pena foi convertida em prestação de serviços e indenização.