Áudios mostram acadêmica dizendo que iria atropelar idoso e se matar

Estudante de medicina é investigada após morte de idoso atropelado em Porto Velho.

Fonte: Francisco Rodrigo

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Áudios mostram acadêmica dizendo que iria atropelar idoso e se matar

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Áudios e mensagens que circulam em um grupo de condomínio onde mora a estudante de medicina Vitoria C., de 29 anos, mostram discussões entre a investigada e vizinhos antes do episódio que terminou com a morte do idoso Odair Brustolin, de 68 anos, em Porto Velho.

Segundo relatos compartilhados no grupo, a jovem teria se envolvido em discussões com moradores do local e, em determinados momentos, feito ameaças contra vizinhos, afirmando que iria “matar quem mexesse com ela”. Em alguns dos áudios atribuídos à investigada, interlocutores relatam um comportamento considerado alterado.

Áudios mostram acadêmica dizendo que iria atropelar idoso e se matar

O caso ganhou repercussão após o atropelamento que resultou na morte de Odair Brustolin, que não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde desta quarta-feira (1º) em um hospital particular da capital.

Com a confirmação do óbito, o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil como homicídio.

De acordo com o boletim de ocorrência, a suspeita chegou ao condomínio dirigindo um Jeep Renegade preto e colidiu contra o portão de acesso. Em seguida, ao perceber a presença de moradores, teria se exaltado e feito ameaças.

Ainda conforme o registro policial, a mulher foi até sua residência, pegou uma garrafa de vidro e a arremessou contra o imóvel onde estava o idoso.

Na sequência, retornou ao veículo, avançou contra o portão da residência de Odair Brustolin e, ao dar marcha à ré, acelerou novamente, rompendo a estrutura metálica e invadindo o imóvel.

O idoso estava na área externa da residência quando foi atingido pelo veículo e acabou prensado contra a estrutura da casa. O impacto causou danos graves ao imóvel.

Odair Brustolin foi socorrido por moradores e encaminhado a um hospital particular, onde foi intubado e permaneceu internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Apesar dos esforços médicos, não resistiu aos ferimentos.

A estudante de medicina foi presa logo após o ocorrido. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura todas as circunstâncias do crime.

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